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5% do Pantanal de MT já foi queimado na maior seca em 30 anos


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Esta postagem foi publicada em 19 de agosto de 2020 Destaque Slide Topo, Notícias.

A chegada do período de estiagem agravou à propensão às queimadas no Pantanal mato-grossense, fazendo com que esta seja a pior seca enfrentada pelo bioma nos últimos 30 anos, de acordo com governador Mauro Mendes (DEM). O chefe do Executivo estadual afirmou, na tarde desta terça-feira (18), que cerca de 5% da área pantaneira do estado já foi consumida pelo fogo neste ano.

Em coletiva de imprensa realizada junto ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, Mendes apontou que as causas dos incêndios são diversas, mas assegurou que o clima seco e as altas temperaturas são os principais agravantes dos focos de calor. O diálogo foi realizado em um momento no qual mais de 200 mil hectares já foram queimadas somente nos municípios de Poconé e Barão de Melgaço nas últimas semanas.

“Nós temos aí a maior seca dos últimos 30 anos no nosso Pantanal. O clima, a temperatura e fatores adversos criam todas estas condições absolutamente inadequadas e propícias para o que está acontecendo. 5% é a estimativa do Corpo de Bombeiros da área do Pantanal que já foi afetada até o momento desde o dia que esta operação começou, no início de agosto, 73% dos pontos focais identificados por satélites foram contidos”, disse Mendes.

Ainda segundo o governador, as autoridades que atuam no combate aos incêndios têm garantido atenção especial às áreas de santuários ecológicos, priorizando a rápida dispersão das chamas nestes locais.

Medidas de combate

Mato Grosso ganhou tecnologias aliadas no combate aos incêndios, sobretudo no acompanhamento dos focos de calor. Mendes destacou que o estado conta com estruturas tecnológicas que conseguem acompanhar a evolução das queimadas desde o primeiro, o que poderá garantir um rastreio rápido e efetivo no controle do espalhamento do fogo nas áreas de incêndios.

Além disso, de acordo com Salles, o estado também está liberado a utilizar materiais bloqueadores nas queimadas. Estes produtos poderão ser utilizados em todos os incêndios.

“Essa é uma discussão antiga, se é conveniente ou não a utilização deste produto, que muito se assemelha a um fertilizante, e que tem muito mais eficácia no combate às queimadas do que a água pura. Por isso essa é uma discussão que tem opiniões variadas, mas restou claro hoje conversando com os pilotos e profissionais que estão na linha de frente de que quando há o emprego destes bloqueadores a eficácia das aeronaves no combate às queimadas é muito superior do que apenas o uso da água”, afirmou Salles.

 

 

 

 

 

Fonte: Gazeta Digital


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