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Após chegar ao fim, auxílio emergencial indefinido deixa 53,9 milhões sem renda


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Esta postagem foi publicada em 12 de janeiro de 2021 Destaque Slide Topo, Notícias.

Até o fim do mês, a Caixa Econômica Federal continua com o seu cronograma de liberação das movimentações. Mas o pagamento do programa já foi encerrado no fim de dezembro de 2020.

Com o fim do programa e sem um substituto, mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus, milhões de brasileiros devem ficar desamparados e sentir o impacto no bolso.

Com o argumento de que não há dinheiro em caixa, e de acordo com dados do Portal da Transparência, cerca de 53,9 milhões de brasileiros devem ficar sem renda para sobreviver em meio à pandemia.

O fim do programa acontece no momento em que o Brasil tem sua maior taxa de desemprego desde 2017. De acordo com a pesquisa divulgada pelo IBGE, há mais de 14 milhões de brasileiros sem emprego formal.

Esses dados não levam em conta quem parou de procurar emprego e os brasileiros que entraram no mercado informal e em prováveis condições precárias de empregabilidade.

O auxílio emergencial foi criado para socorrer brasileiros com trabalho informal, autônomo, microempreendedor individual (MEI) ou desempregados, desde que não recebam o seguro-desemprego. Beneficiários do Bolsa Família tiveram direito ao programa. Esse grupo recebeu cinco parcelas de R$ 600 e quatro parcelas da prorrogação de R$ 300. A última parcela de R$ 300 para esse grupo foi paga entre 10 e 23 de dezembro.

O cronograma geral do auxílio emergencial para quem fez cadastro pelo site e pelo app chega ao fim no dia 27 deste mês, quando quem nasceu em dezembro poderá fazer o saque em espécie e transferência das últimas parcelas pagas.

A quantidade de parcelas pagas varia de acordo com quando o beneficiário começou a receber o programa. Antes de poder fazer o saque, os beneficiários podem utilizar o dinheiro apenas pelo aplicativo Caixa Tem.

Sem prorrogação confirmada

O presidente Jair Bolsonaro reafirmou que o auxílio emergencial não será prorrogado. O chefe do executivo confirmou que não será criado um novo programa de distribuição de renda e afirmou que a ideia é “aumentar um pouquinho” o atual programa assistencial Bolsa Família.

Guedes, ministro da Economia, reitera, por diversas vezes, que o auxílio emergencial não será prorrogado, e que o grupo da Economia sabe o que fazer no caso de uma segunda onda de coronavírus no Brasil. Em audiência pública virtual no Congresso Nacional, o ministro avaliou que o fim do benefício e a aprovação da autonomia do Banco Central (BC) vão ajudar a controlar a inflação.

”Nós achamos que esse aumento de inflação vai se dissipar. Primeiro, porque o presidente da Câmara [dos Deputados, Rodrigo Maia] vai aprovar o Banco Central independente, que vai impedir que essa alta transitória de preços prossiga. E, segundo, porque a própria suavização do auxílio emergencial, na medida em que ele desce e recai no Bolsa Família. Essa explosão de preços de construção civil, de alimentos, se acalma um pouco”, disse Guedes.

 

 

 

 

 

 

Fonte: Noticias


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