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Após quase 4 meses, TJ revoga prisão preventiva de Arcanjo


Esta postagem foi publicada em 26 de setembro de 2019 Notícias, Política.

A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT) revogou, por unanimidade, a prisão do bicheiro João Arcanjo Ribeiro, que estava detido desde o dia 29 de maio.

A prisão ocorreu durante a Operação Mantus. Na ocasião, foram presos membros dos dois grupos (Colibri de Arcanjo e FMC Ello de Coutinho) acusados de envolvimento com lavagem de dinheiro e jogo do bicho em Mato Grosso.

A revogação da prisão de Arcanjo ocorreu durante sessão da 2ª Câmara, realizada na tarde desta quarta-feira (25). O voto do desembargador relator Rui Ramos foi acompanhado pelos desembargadores Pedro Sakamoto e Marcos Machado.

Com a decisão, Arcanjo volta para a casa.

Operação Mantus

A Operação Mantus prendeu, além de Arcajo, o genro dele, Giovanni Zem – ambos acusados de chefiar a “Colibri” – e o empresário Frederico Müller Coutinho, apontado como líder da organização FMC Ello, além de outros acusados.

Os dois grupos, segundo a Polícia Civil, disputavam “acirradamente” o espaço do jogo do bicho no Estado.

Segundo o delegado Luiz Henrique Damasceno, a investigação começou em agosto de 2017, quando a Polícia Civil recebeu uma denúncia de um colaborador que não quis se identificar sobre a permanência e continuidade do jogo do bicho em Cuiabá.

No total, a operação cumpriu 63 mandados judiciais, sendo 33 de prisão preventiva e 30 de busca e apreensão domiciliar. Todos os presos foram denunciados, posteriormente, pelo Ministério Público Estadual por, entre outras coisas, integração de organização criminosa, lavagem de dinheiro, contravenção penal do jogo do bicho e extorsão mediante sequestro.

 

 

Fonte: Mídia News


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