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“Arrecada R$ 500 milhões ao ano e não fez 1 metro de duplicação”


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Esta postagem foi publicada em 28 de outubro de 2021 Destaque Slide Topo, Notícias.

O governador Mauro Mendes (DEM) voltou a criticar a concessionária Rota do Oeste pelo não cumprimento de contrato e defendeu que a Assembleia e os órgãos de controle façam uma investigação sobre a atuação da empresa.

Na semana passada, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou a instauração de processo de caducidade contra a empresa, alegando que a concessionária se manteve inerte no atendimento aos prazos concedidos para correção de irregularidades.

Nesta semana, Mendes lembrou o quanto a empresa arrecada anualmente com a cobrança de pedágio e criticou a não execução da duplicação da rodovia, como previsto em contrato.

“É um absurdo o que está acontecendo. Uma empresa assinou um contrato de concessão para, em cinco anos, duplicar de Cuiabá a Rondonópolis, mas nada aconteceu e ela continua cobrando pedágio”, disse.

“Assim, qualquer um iria querer um pedágio desses. Arrecada R$ 500 milhões por ano e não executou um metro de duplicação nesse período. Então, realmente alguém tem que tomar uma providência”, completou.

Na Assembleia, o presidente Max Russi (PSB) encabeça um movimento para instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito contra a empresa, ainda que se trate de uma concessão federal. A expectativa é de que a CPI seja criada ainda este ano.

“O que está acontecendo aí é digno de uma boa investigação da Assembleia ou pelos órgãos de controle”, apoiou o governador.

Questionado sobre o tempo que o processo de caducidade deve levar para ser concluído, e o fato de a empresa seguir cobrando pedágio nesse período, Mendes lamentou, mas afirmou que o Governo fica de “mãos amarradas”.

“Mas o que deveriam fazer? Deixar como está? O prazo para que a duplicação fosse concluída venceu em 2019. Passaram mais dois anos e não fizeram nada. Vão deixar ela lá cobrando e não fazendo nada?”, criticou.

Quanto ao contrato da empresa com o Governo Federal, a partir da aprovação da caducidade, segundo a ANTT, a comissão processante terá o prazo de 180 dias para instrução do processo administrativo.

Outro lado

Por meio de nota, a Rota do Oeste afirma que sofreu sanções pela não execução das obras em sua totalidade e que ainda aguarda a tramitação de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) na ANTT, que caso seja implantado, poderá retomar a duplicação da rodovia em 2022.

 

 

 

 

Fonte: Mídia News


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