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Barbudo pede paciência com Bolsonaro e diz que há quem prefira gestões corruptas


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Esta postagem foi publicada em 3 de setembro de 2019 Destaque Slide Topo, Notícias.

O deputado federal Nelson Barbudo, presidente do PSL em Mato Grosso, não acredita na queda de popularidade do presidente da República Jair Bolsonaro (PSL), aferida pelo Instituto Datafolha. A pesquisa foi publicada pelo jornal Folha de S. Paulo desta segunda (2).

Para Barbudo, as mudanças econômicas promovidas pelo governo ainda não estão fazendo o efeito esperado. Afirma que se a população não tem paciência para esperar, de repente, é porque prefere os “governos corruptos” do passado.

“Ainda não deu tempo de investir em infraestrutura os bilhões economizados com a reforma da Previdência, por exemplo. É muito  cedo para avaliar o Governo Bolsonaro como ruim ou pésssimo, esperem pelo menos dois anos. Se estão descontentes com Bolsonaro, talvez prefiram os corruptos do passado”, disse Barbudo.

Ainda segundo ele, o presidente da República sofre pressão da esquerda que ficou 16 anos no poder desde que sua  gestão completou 60 dias. A pesquisa Datafolha aponta que a reprovação de Bolsonaro  aumentou de 33% para 38% em pouco menos de dois meses — o levantamento anterior foi feito no início de julho . O percentual, que avalia o seu Governo Federal  como ruim ou péssimo, ultrapassa o número de entrevistados que o considera ótimo ou bom.

A pesquisa mostra ainda que a aprovação de Bolsonaro também caiu de 33%, em julho para 29%, agora — dentro do limite da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos. Já a avaliação do governo como regular ficou estável, passando de 31% em julho para 30% agora.

A mesma pesquisa mostra que a maior parte dos brasileiros discorda das declarações polêmicas do presidente da República.  Algumas delas, inclusive, levaram a uma crise diplomática, como os embates entre o chefe do Executivo brasileiro e o mandatário francês, Emmanuel Macron, sobre a situação da Amazônia.

Ao sugerir a jornalistas uma forma de contribuir para a preservação do meio ambiente, o presidente disse que era preciso “fazer cocô dia sim, dia não”. De acordo com o levantamento, 88% dos brasileiros não concordam com a declaração de Bolsonaro. Apenas 10% disseram estar de acordo.

Outra frase polêmica de Bolsonaro avaliada pelo Datafolha foi sobre o Nordeste. Em uma conversa informal com o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o presidente disse: “Daqueles governadores de paraíba, o pior é o do Maranhão. Tem que ter nada com esse cara”. Na oportunidade, ele se referia a Flávio Dino (PCdoB). De acordo com a pesquisa, 69% dos brasileiros disseram discordar da fala. A pesquisa ouviu 2.878 pessoas em 175 municípios, entre os dias 29 e 30 de agosto.

Para contestar o resultado, Barbudo coloca em xeque a própria credibilidade do Datafolha. Para isso, lembra as pesquisas eleitoras apresentadas pelo instituto em 2018.

“Datafolha é o instituto que dizia que Bolsonaro perdia as eleições para Fernando Haddad, para Ciro Gomes. Eu não contesto números porque não sou pesquisador, não tenho como medir, mas não acredito. Não é essa reprovação que perceber entre meus seguidores e nas minhas viagens pelo Estado”, concluiu.

 

 

Fonte: RD News


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