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Bezerra nega que MDB de Mato Grosso tenha “abandonado” Emanuel Pinheiro


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Esta postagem foi publicada em 9 de novembro de 2021 Destaque 1, Notícias.

O deputado federal Carlos Bezerra, presidente do MDB em Mato Grosso, negou o “abandono” da sigla com relação ao prefeito afastado de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB). Desde que o prefeito se tornou alvo da Operação Capistrum, o partido vinha sendo cobrado por não manifestar solidariedade a ele. 

“Nós achamos profundamente injusta e incorreta a decisão que foi dada […] O que está havendo aí é uma questão jurídica, que do meu ponto de vista, como advogado, não tem cabimento. Uma nomeação de temporários, que não é nem competência dele e sim do secretário de Saúde, não tinha por que afastar o prefeito por conta disso”, declarou o parlamentar nesta segunda-feira (8). 

O posicionamento é uma resposta ao senador Jayme Campos (DEM), que nutre aproximação com Pinheiro e chegou a dizer que deixaria o partido se fosse alvo do suposto abandono sofrido por Emanuel. Carlos Bezerra, entretanto, lembrou que até a defesa de Emanuel é patrocinada pelo advogado Francisco Faiad, quadro histórico do MDB. 

“O nosso companheiro de partido histórico, o [Francisco] Faiad, tem dado toda a assistência jurídica a ele e nunca faltou apoio ao Emanuel”, garantiu o cacique. 

Questionado sobre a possibilidade de uma perseguição do governador Mauro Mendes (DEM) a Emanuel Pinheiro, o parlamentar classificou como “querela interna”. O prefeito afastado de Cuiabá acusa o governador de interferir na Polícia Civil para prejudicá-lo. 

“Isso é uma querela interna que eu não entro nela. Eu não faço política com esse tipo de troca de ofensas e acusações, eu faço política discutindo política. Então, não entro nesse mérito de brigas internas, não trato política assim, trato política com ideias”, disse. “Isso é uma questão pessoal, diferentemente de uma questão institucional partidária. Eu acho que nenhum dos dois deveria estar alimentando isso, porque um é prefeito da Capital e o outro é governador do Estado. Não fica bem para um e nem para o outro manter esse estado de coisa”, completou. 

Afastamento 

Emanuel Pinheiro foi afastado em outubro no âmbito da Operação Capistrum, que apura a contratação irregular de 259 servidores temprários na Secretaria de Saúde de Cuiabá em 2018. Segundo denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o alto contingente de contratados na Pasta atende a interesses políticos do prefeito. 

Também são investigados supostos pagamentos irregulares de “Prêmio Saúde”, bonificação concedida a servidores da Saúde em Cuiabá.

 

 

 

 

Fonte: HNT


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