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“Blairo pode ser mega produtor, mas é só um voto na Aprosoja”


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Esta postagem foi publicada em 30 de agosto de 2021 Destaque Slide Topo, Notícias.

Presidente da Aprosoja Brasil, o produtor rural de Mato Grosso Antônio Galvan minimizou as críticas feitas pelo ex-ministro da Agricultura, Blairo Maggi, ao uso da Aprosoja Brasil pró-Bolsonaro.

Para Galvan, o ex-ministro tem a mesma importância que qualquer outro membro da associação.

“Blairo pode ser um mega produtor, mas é só um voto dentro da Aprosoja Mato Grosso, dentro de 7 mil filiados. Não sei porque ele levantou essa polêmica. Ficou mais de 17 minutos comigo no telefone, para depois fazer essas declarações. Não sei qual a finalidade disso”, afirmou.

“Dentro da Aprosoja, o voto dele é tão igual quanto daquele que tem 20, 30 ou 40 hectares. Assim como é no pleito político. Não interessa se ele é empregado, desempregado e quanto ele ganha, é apenas um voto”, emendou.

Maggi criticou Galvan por usar a Aprosoja para convocação de produtores rurais às manifestações em Brasília, no próximo dia 7 de setembro. Há duas semanas, Galvan apareceu em um vídeo ao lado do cantor sertanejo Sérgio Reis, que ameaçou uma paralisação nacional de caminhoneiros e sojicultores nas estradas e até incitou a invasão ao Congresso Nacional.

O produtor disse que não usou a Aprosoja para apoiar as manifestações, mas que comanda o “Movimento Verde e Amarelo”, que é composto, também, por produtores de soja e milho.

“Vamos deixar separado a Aprosoja dos movimentos. O Movimento Verde e Amarelo sempre deu apoio, porque a causa é nobre, é justa. O nosso movimento nunca incentivou depredação, ameaça e não compactua sobre as declarações [de Sérgio Reis]”, disse.

Inquérito

A Polícia Federal cumpriu no dia 20 de agosto 29 mandados de busca e apreensão em todo País. Um deles foi em Sinop, na residência de Galvan.

Além dele e de Sérgio Reis, foram alvos outras oito pessoas: o deputado federal bolsonarista Otoni de Paula (PSC-RJ), o cantor Marcos Antônio Pereira Gomes, conhecido como “Zé Trovão”, o cantor Eduardo Araújo, Wellington Macedo de Souza, Alexandre Urbano Raitz Petersen, Turíbio Torres, Juliano da Silva Martins e Bruno Henrique Semczeszm.

No despacho, Moraes proibiu que o grupo – exceto o deputado – se aproxime no raio de um quilômetro da Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF).

O grupo planeja realizar um protesto no dia 7 de setembro, comemoração da Independência do Brasil, justamente na sede dos Poderes na Capital Federal.

Galvan entrou na mira do STF após realizar uma reunião em que o cantor Sérgio Reis defendeu o afastamento dos ministros da corte pelo Senado Federal.

No áudio, uma conversa com um amigo que veio a público no fim de semana, Reis disse que “se em 30 dias não tirarem os caras nós vamos invadir, quebrar tudo e tirar os caras na marra. Pronto. É assim que vai ser. E a coisa tá séria”.

Reis também falou de uma reunião que teve com o próprio presidente Jair Bolsonaro e com militares “do Exército, da Marinha e da Aeronáutica”, em que informou o que faria.

 

 

 

Fonte: Mídia News


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