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Brasil é a aposta do mundo para garantir segurança alimentar


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Esta postagem foi publicada em 24 de maio de 2019 Destaque Slide Topo, Notícias.

As perspectivas para o agronegócio no Brasil em 2019 são positivas. O mundo aposta no Brasil. É o que afirma Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócio da FGV e ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Roberto abrirá a tarde de palestras no primeiro dia do Encontro Nacional das Cooperativas Agropecuárias (ENCA), realizado em Campinas (SP), nos dias 4 e 5 de junho.

De acordo com Roberto Rodrigues, o sistema da segurança alimentar é de extrema importância global. Ele conta que a ONU, cujo papel é garantir e defender a paz universal, fez um estudo para 2050, mostrando que o mundo terá 9 bilhões de habitantes e a porção de alimentos precisa crescer 60%. “Todos os estudos sérios de caráter planetário indicam que a segurança alimentar depende fundamentalmente do Brasil, porque temos a melhor tecnologia tropical do mundo e os números mostram isso com clareza.

Crescemos mais em produtividade do que em área plantada, temos terra para incorporar o sistema produtivo e temos gente muito boa fazendo agricultura, jovem e competente. Esses fatores, nenhum outro país do mundo tem e isso dá condições de sermos o grande supridor de alimento e, portanto, o indutor da paz, afinal, só haverá paz quando não houver fome”, analisa.

Segundo Rodrigues, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) com dados Fundação de Apoio Universitário (FAU) vem mostrando que em 10 anos a oferta mundial de alimento vai crescer 20% em termos globais para que não haja fome no mundo. “Parece tranquilo, mas não é. Os EUA, Canadá, China, Índia, Rússia são produtores mundiais e podem crescer no máximo 11%. Para que o mundo cresça 20% na oferta de alimentos em 10 anos o Brasil tem que crescer 40%. Há uma demanda global, de fora para dentro, inédita na história do Brasil e o mundo pede que aumentemos nossa produção”, conta.

Se o Brasil é capaz? Sim, mas para crescer, explica Roberto Rodrigues, é preciso ter estratégias que contemplem questões macro econômicas, como reformas da previdência, tributária e política, como elementos que gerem confiança para investimentos e alguns temas que vão depender muito de dinheiro de fora. Também é preciso ter investimentos maciços em logística e infraestrutura.

 

 

 

Fonte: Portal do Agronegócio


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