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Casa Civil avalia impactos de saída de Pivetta do Governo; Botelho seria “vice”


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Esta postagem foi publicada em 3 de fevereiro de 2020 Destaque Slide Topo, Notícias.

A eventual eleição de Otaviano Pivetta (PDT) ao Senado deve mudar a dinâmica do Governo do Estado, especialmente em caso de necessidade de afastamento do governador Mauro Mendes (DEM). Esta não seria a primeira vez que Mendes perderia seu vice, em 2013 quando foi eleito prefeito de Cuiabá seu então vice-prefeito, João Malheiros (PR) renunciou ao cargo um dia após ter sido diplomado para continuar como deputado estadual. Mauro seguiu sem vice-prefeito pelos quatro anos de mandato. No caso de agora, em sua ausência, o Executivo seria comandado pelo presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (DEM).

“A figura do vice é extremamente importante. Mas o Mauro, na Prefeitura de Cuiabá, também ficou sem vice-prefeito e a gestão dele foi avaliada acima de 80%. Se caso realmente o vice-governador Otaviano Pivetta for candidato, isso é perfeitamente normal, faz parte do ambiente democrático e, se for eleito, com certeza, o governador perde seu vice, mas ganha um excelente senador. Em caso de vacância do cargo deverá ser ocupado pelo presidente da Assembleia e não é o único estado em que pode acontecer isso. Mas nós vamos mover a máquina para que nenhum prejuízo venha a acontecer para a sociedade em função disso”, afirmou o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho.

Pivetta tem assumido papéis importantes na gestão de Mendes e se posicionado à frente de ações nas Secretarias de Infraestrutura e de Educação. No início do ano, o governador chegou a dizer que preferia que tê-lo como vice do que senador.

“O Pivetta já conversou comigo, eu sempre fui e sou uma pessoa que respeita a vontade das pessoas. Se for um desejo dele concorrer ao Senado, eu saberei respeitar esse desejo. O meu desejo é que ele pudesse continuar [na vice-governadoria], ele é um grande companheiro, é um grande político, uma pessoa honesta, dedicada e que tem contribuído muito com o governo, mas se for um desejo dele eu saberei respeitar isso, mas por enquanto nós temos que aguardar o andar da carruagem para poder tomar definições”, sustentou, na ocasião.

Na prática, apesar de se movimentar intensamente, Pivetta não é sequer pré-candidato. Isto porque o seu partido decidiu realizar pesquisas para avaliar se ele ou Antonio Galvan, presidente da Aprosoja, tem maior viabilidade eleitoral. A definição deve ocorrer até meados de fevereiro.

A história se repete

Em 2013, quando foi eleito prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes perdeu seu vice antes mesmo da posse. O vice-prefeito eleito, o deputado estadual João Malheiros (PR) renunciou ao cargo um dia após ter sido diplomado. Em comunicado à imprensa, o republicano afirmou que longe da Prefeitura, como deputado, poderia ajudar mais Cuiabá do que exercendo a função de vice.

 

 

 

Fonte: Olhar Direto


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