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Com aval de Maggi, deputado articula candidatura ao Senado pelo grupo de MM


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Esta postagem foi publicada em 5 de abril de 2021 Destaque Slide Topo, Notícias.

As articulações para as eleições de 2022 já estão a todo vapor em Mato Grosso. Nesta quinta-feira (25), o deputado federal Neri Geller (PP) revelou que tem dialogado com o governador Mauro Mendes e com o senador Jayme Campos para encabeçar a disputa ao Senado no próximo pleito.

“Estou pronto para ser candidato ao Senado do grupo, mas não estou fazendo isso de forma atropelada. As coisas vão acontecer de forma natural como estão acontecendo. Recebi o apoio do senador Carlos Fávaro, do Blairo Maggi, tive uma conversa muito boa com o senador Jayme Campos, que ainda não externou em 100%, mas falou da simpatia que teria”, disse o progressista, em entrevista a rádio CBN Cuiabá.

A candidatura de Neri ao Senado vem sendo costurada há algum tempo. No entanto, as discussões se intensificaram após o ex-ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), comunicar o seu grupo que não retornará para a política. 

A decisão foi anunciada durante uma reunião no início de março com a presença do empresário Euzébio Diniz Marques de Andrade, do deputado Paulo Araújo, a também empresária Margareth Buzetti – todos do PP -, e o senador Carlos Fávaro (PSD-MT).

Na ocasião, Maggi sacramentou apoio ao nome de Geller. A manifestação de Maggi fez a pré-candidatura de Geller ganhar força dentro do grupo do governador Mauro Mendes, já que Blairo é padrinho político do governador e foi o principal articulador da campanha do senador Carlos Fávaro (PSD).

“Está bem encaminhada a minha candidatura, mas não é a plataforma principal nesse momento. Meu foco é fazer um bom trabalho no Congresso. Obviamente que tudo isso leva a questão política”, pontuou.

Eleito deputado federal em 2018, Geller tem trabalho voltado ao segmento do agro na Câmara e também foi líder da bancada de Mato Grosso no Congresso. Porém, seu nome ganhou destaque por outro episódio. Ele é investigado na Operação Lava Jato e chegou a ser detido em 2018, dias após sua eleição. 

 

 

Fonte: Folhamax


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