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Dilmar e Satélite são acionados pelo MPE, que pede bloqueio de R$ 32 mi por fraude


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Esta postagem foi publicada em 24 de maio de 2021 Destaque Slide Topo, Notícias.

Ministério Público Estadual (MPE) acionou o deputado estadual Dilmar Dal Bosco (DEM), o ex-deputado Pedro Satélite (PSD) e outras 12 pessoas por improbidade administrativa. Eles são acusados de integrar uma organização criminosa voltada para barrar a licitação do transporte público intermunicipal. A ação civil pública proposta pelo promotor Ezequiel Borges de Campos se deve às investigações que levaram à Operação Rota Final.

Segundo o MPE, Dilmar e Satélite teriam recebido propinas que chegaram a R$ 3,7 milhões. Além deles, um ex-servidor do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), Raphael Licciardi, à época lotado no gabinete de José Carlos Novelli, teria participado de atos para retardar a licitação. Chegou a ser aberta uma representação externa no TCE com pedido de liminar para impedir a concretização do certame. O ex-servidor foi exinerado pela conselheira substituta Jaqueline Jacobsen em julho de 2019, quando seu nome passou a ser investigado.

Foi pedido o bloqueio de bens no valor de R$ 32,4 milhões, sendo R$ 10,2 milhões de Pedro Satélite e seu filho Andrigo Wiegert, e de R$ 5,1 milhões de Dilmar.

Também foram acionadas as empresas Verde Transportes Ltda, Viação Xavante Ltda, Empresa de Transporte Andorinha S/A, Viação Motta Ltda e Viação Juína Transportes Eirelli, além de Júlio César Sales Lima, Eder Pinheiro, Max Willian de Barros Lima, Edson Angelo Gardenal Cabrera, Daniel Pereira Machado Júnior, José Eduardo Pena, Paulo Humberto Naves Gonçalves, Francisco Feitosa de Albuquerque Lima Filho, Luis Gustavo Lima Vasconcelos.

 

 

 

Fonte: RD News 


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