Bem Vindo, visitante! [ Cadastre-se | EntrarRSS Feed

Facebook

É burrice achar que pagar mais imposto melhora a vida dos outros, diz Leitão contra taxação do agro


09
Esta postagem foi publicada em 2 de outubro de 2020 Notícias, Política.

O candidato ao Senado Nilson Leitão (PSDB), que já foi vereador, prefeito e deputado estadual e federal, defende a diminuição do número de parlamentares como forma de enxugar a máquina pública, e é contra a taxação do agronegócio. Segundo ele, “é uma burrice achar que se pagar mais imposto melhora a vida dos outros. É claro que não”.

Leitão é candidato pela coligação ‘Mato Grosso por inteiro’, e um de seus principais discursos de campanha é o ‘fim das desigualdades regionais’. “Eu não preciso me rotular para uma campanha eleitoral, eu sou aquilo que eu já era, a minha cara é a mesma, as minhas defesas são as mesmas, e o que eu acredito continua sendo a mesma coisa. Fui deputado estadual, vice-líder de Dante de Oliveira, fui líder do meu partido, líder da oposição, presidente da maior frente do Congresso Nacional, apresentei mais 700 propostas, tenho 5 leis vigentes em 2 mandatos, lutei e levantei bandeiras importantes para o estado”, afirmou.

O ex-deputado afirma que a diminuição do número de representantes no Congresso é uma saída para salvar a economia. “Em 2018 praticamente todo mundo falava na redução da máquina pública. Era um discurso que todo mundo fazia. Eu não fiz o discurso, eu apresentei a proposta de emenda constitucional, reduzindo de 513 deputados para 398, reduzindo de 81 senadores para 54, reduzindo de 1200 deputados estaduais para 800. São R$5 bilhões economizados em 4 anos de mandato”.

A PEC, que ainda está em tramitação, chegou a ser protocolada e está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara Federal. “A Câmara Federal está insalubre, não cabem 513 deputados dentro daquele plenário. Eu fui deputado e não cabe, ninguém consegue sentar. Isso não vai reduzir a democracia, não vai cortar nada”.

Nilson Leitão confirma ser contra qualquer tipo de aumento de impostos, visto que, somente no Brasil, são cerca de 35 divididos em diversas categorias. Sobre a possibilidade de maior taxação do agronegócio, Leitão evoca que os municípios mato-grossenses que vivem de agricultura em geral são os que possuem o mais alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). “Eles têm a maior geração de emprego, a maior distribuição de renda. Onde a agricultura entrou, ela fez a diferença. O Mato Grosso fez diferente graças ao olhar de Dante de Oliveira, lá atrás, que fez todo um aparato de políticas públicas para incentivá-la. É uma burrice achar que se pagar mais imposto melhora a vida dos outros. É claro que não”, finaliza.

Fonte: Olhar Direto

WhatsApp

Nenhum banner para exibir



Nenhum banner para exibir

Nenhum banner para exibir

-