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Educação: foco é a recuperação da aprendizagem em 2021


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Esta postagem foi publicada em 20 de novembro de 2020 Destaque Slide Topo, Notícias.

Com as aulas presenciais suspensas desde março passado, as 759 escolas da rede estadual de ensino precisaram reorganizar o calendário escolar de 2020. Essa reestruturação prevê que o quarto bimestre deste ano será concluído somente em 2021.

Assim, haverá um biênio com um ano contínuo. E, a garantia das autoridades públicas ligada a área da educação estadual é do emprego de recursos pedagógicos e estratégias para assegurar a aprendizagem dos estudantes.

Nos dois anos, serão oito bimestres. As normas foram publicadas no último dia 10, no Diário Oficial do Estado (DOE).

A portaria 603/2020 prevê o encerramento das atividades educacionais de 2020 em 18 de dezembro e continuidade do ano letivo de 2020/2021 no dia 1º de fevereiro de 2021, já com as aulas presenciais, com revezamento.

De acordo com a secretária adjunta de Gestão Educacional, Irene de Souza Costa, um dos pontos para os dois anos contínuos será trabalhar a recuperação da aprendizagem.

“Vamos trabalhar de forma que as dificuldades diagnosticadas em 2020, serão o foco para a recuperação do aprendizado”, informou.

As aulas serão de segunda a sexta-feira. Haverá uma carga horária maior com atividades orientadas. Em casa, os alunos terão tarefas para o aprofundamento da aprendizagem.

“Estamos trabalhando com a nossa rede para que tenhamos todos os protocolos de biossegurança dentro das escolas. O planejamento prevê medidas para voltarmos com às aulas com segurança e se, em um segundo momento, o quadro da pandemia se alterar, vamos sempre reavaliar para manter a segurança dos nossos alunos, professores e toda a comunidade escolar”, disse recentemente o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

Neste sentido, a promessa é de que haverá um termômetro para aferir a temperatura de todos, se o estudante aparecer sem máscara, ele receberá uma da equipe da escola, além da disponibilização de álcool em gel e reforço na higienização das salas de aula.

Outro ponto importante é a previsão do revezamento para diminuir pela metade a lotação das salas de aula.

O retorno das atividades presenciais foi votado no Conselho Estadual de Educação (CEE-MT) e homologado pelo Ministério da Educação (Mec), que reiterou que o Estado possui esta prerrogativa de implantar o ano contínuo em situações excepcionais como esta.

A expectativa é de que seja realizada uma grande campanha educativa para estimular uma acolhida aos estudantes e fortalecer os protocolos de distanciamento.

A Seduc anuncia ainda a aquisição de novos materiais didáticos para fortalecer e elevar o nível de aprendizagem dos jovens.

Além do material didático de ponta, os alunos deverão contar como os “chromebooks”, computador portátil específico para a educação, e os professores deverão ter notebooks à disposição.

O processo licitatório para a aquisição das ferramentas tecnológicas já está em andamento. Outro investimento é a formação continuada dos professores.

 

 

 

 

 

Fonte: Diário de Cuiabá


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