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Eleições de Peixoto de Azevedo podem ser decididas na justiça mais uma vez.


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Esta postagem foi publicada em 13 de novembro de 2020 Destaque Slide Topo, Notícias.

A Eleição de Peixoto de Azevedo tem feito história. Dessa vez, a população tem visto batalhas judiciais épicas, com candidatos dispostos a tudo, inclusive não cumprirem a lei para garantirem o cargo de Prefeito Municipal!

A Justiça Eleitoral, nessa semana, A pedido da coligação do candidato André da Economizar (12), suspendeu a divulgação de duas pesquisas eleitorais com irregularidades, uma do candidato à reeleição Maurício Ferreira (55) e outra do candidato Paulistinha (25), pesquisas estas que tinham resultados completamente contraditórios uma com a outra, e que estavam alvoroçando a cidade.

Semana passada houve determinação judicial para que o material de campanha do Maurício fosse retirado de circulação, contudo a decisão está subjudice.

Nessa semana foi a vez da justiça determinar a retirada de todo o material do Paulistinha bem como dos vereadores fazem menção a suposta coligação com o Democratas, coligação esta não reconhecida pela Justiça.

Na tarde de quarta-feira (11/11), a polícia chegou a tentar entrar no comitê do candidato Paulistinha para executar o mandado de busca e apreensão mas, esse se encontrava fechado. Vários vereadores também foram “visitados” pelo oficial de justiça que estava acompanhado pela e polícia militar e equipe da campanha do candidato Maurício. Carros e motos tiveram adesivos irregulares retirados.

A Justiça Eleitoral, determinou ainda que todo esse material seja retirado de circulação, sob multa de R$ 10.000,00 por dia, a contar da data de 10/11. Isso inclui também o material de todos os vereadores, desde adesivos, plaquinhas, bandeiras, colinhas, santinhos, perfurados além do material de internet (redes sociais)

A decisão judicial é clara: Quem for pego distribuindo esse material irregular, pode até mesmo ser conduzido à delegacia, além de ter os materiais apreendidos.

O descumprimento reiterado de decisões judiciais, trás o risco dos candidatos sofrerem Ações de Investigação Judicial, que podem resultar no cancelamento do registro ou na cassação do diploma do candidato que vier a ser eleito, trazendo muita tensão à população de Peixoto de Azevedo, que lembra-se de eleições em seu passado recente, em que houve grande alternância do poder durante mandato, com o pleito eleitoral, ficando indefinido por muito tempo após as eleições.

 

 

 

 

 

Fonte: O Território


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