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Em meio a crise hídrica, Bolsonaro descarta volta do horário de verão


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Esta postagem foi publicada em 7 de julho de 2021 Destaque Slide Topo, Notícias.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) descartou, nesta terça-feira (6/7), a volta do horário de verão. A revogação do modelo foi uma das primeiras medidas de governo, tomada ainda em abril de 2019.

“O horário de verão foi comprovado que não tem ganho financeiro e a maioria é contra porque mexe no relógio biológico das pessoas, né?”, disse o presidente durante conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada. A fala foi transmitida por um canal simpatizante ao governo.

Nesta terça, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a criação de uma campanha de uso consciente da energia elétrica e das bandeiras tarifárias. O país vive a pior crise hídrica dos últimos 91 anos

A campanha é mais uma ação do setor elétrico para ajudar a reduzir os riscos ao fornecimento de energia elétrica até o fim do período seco e início do período chuvoso, previsto para novembro.

De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, apoia o movimento de empresários que pedem a volta do horário de verão.

Para Hang, o horário de verão influencia positivamente a economia e setores como turismo, restaurantes e comércio, além de gerar mais empregos na indústria e melhorar a qualidade de vida das pessoas.

Horário de verão

No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932, pelo então Presidente Getúlio Vargas. Sua versão de estreia durou quase seis meses, vigorando de 3 de outubro de 1931 a 31 de março de 1932

No verão seguinte, a medida foi novamente adotada, mas, depois, começou a ser em períodos não consecutivos. Primeiro, entre 1949 e 1953, depois, de 1963 a 1968, voltando em 1985 até agora.

O período de vigência do horário de verão é variável, mas, em média, dura 120 dias. Em 2008, o horário de verão passou a ter caráter permanente.

No mundo, o horário diferenciado é adotado em 70 países — atingindo cerca de um quarto da população mundial — como Canadá, Austrália, Groelândia, México, Nova Zelândia, Chile, Paraguai e Uruguai. Rússia, China e Japão, ao contrário, não implementam a medida.

 

 

 

Fonte: Metropoles


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