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Empolgado com Bolsonaro no PL, WF já admite encarar Governo de MT


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Esta postagem foi publicada em 12 de novembro de 2021 Destaque Slide Topo, Notícias.

Ao comemorar a anunciada filiação do presidente Jair Bolsonaro nos quadros do PL, antigamente conhecido como PR, o senador Wellington Fagundes, presidente da legenda em Mato Grosso, antecipou que a vontade de Bolsonaro é ter um candidato ao Governo do Estado. Ele, embora venha afirmando que pretende disputar a reeleição ao Senado, deixou a no ar o questionamento de jornalistas, se ele pode disputar o comando do Palácio Paiaguás, a exemplo de 2018, quando entrou na disputa e ficou em segundo lugar com 280.055 votos (19,56%), sendo mais votado que o então governador Pedro Taques (SD) que buscava a reeleição pelo PSDB e amargou um terceiro lugar.

Fagundes, nas entrelinhas, também sinalizou que essa vontade do presidente de ter um candidatos em todos os Estados vai pressionar o governador Mauro Mendes (DEM) a se posicionar publicamente sobre seu projeto de reeleição. Isso porque, o democrata, embora sinalize que buscará um segundo mandato e se mostra alinhado com Jair Bolsonaro em várias pautas, sempre desconversa sobre o pleito de 2022, se limitando a dizer que este não é o momento de falar sobre disputa eleitoral.

“Projeto futuro nós vamos discutir após a filiação do presidente. É claro que o presidente quer um candidato a governador em todos os estados, se possível. Mas pra isso nós temos que conversar sobre qual é o melhor projeto. O governador Mauro é candidato? Ele até agora não declarou que é candidato. Tudo isso é um trabalho que a gente tem que construir, o próprio presidente da República disse que pretende, mas ninguém é candidato ainda nesse momento”, respondeu Fagundes quando questionado se ele poderá recuar da reeleição no Senado para encarar a disputa pelo Governo de Mato Grosso.

A filiação de Jair Bolsonaro está marcada para o dia 22 deste mês. De antemão, o senador Wellington Fagundes, que há pelo menos seis meses vinha conversando e costurando apoios para trazer o presidente aos quadros do PL, enfatiza que a prioridade será reeleger Jair Bolsonaro em 2022.

Conforme Fagundes, ao mesmo tempo em que avançavam nos diálogos com o presidente, as lideranças do PL também buscavam manter e garantir a harmonia dentro do partido para receber todos os “simpatizantes do bolsonarismo e companheiros” do presidente Jair Bolsonaro. “Por isso que a gente construiu essa harmonia dentro do partido, estamos abertos e queremos fazer, transformar o PL em um dos maiores partidos. Hoje é o terceiro partido no Congresso com 43 deputados, quatro senadores, mas com a chegada do presidente com certeza muitos deputados e senadores virão para o PL. Temos a consciência que não vamos ganhar a eleição sozinhos, precisamos construir uma grande aliança com outros partidos e por isso o PL não quer ser problema. Muito pelo contrário, nós seremos e queremos ser a solução para o presidente”, colocou Wellington Fagundes.

EXIGÊNCIAS

De acordo com o senador, a exigência por parte do presidente para se filiar ao PL, pois também era cortejado por outros partidos, a exemplo do PP, é que a legenda abrigasse todos os seus companheiros. “E o PL quer construir isso. Nós vamos procurar dentro de cada estado, de cada região, com suas condições próprias. No Brasil hoje não temos verticalização, então é possível dentro de um estado coligar A, B, C, e em outro coligar A, D, E, é possível fazer coligações diferentes, mas acima de tudo a prioridade é a eleição do presidente. O projeto nacional é prioritário”, antecipou Fagundes.

A reeleição de Wellington Fagundes ao senado é outro tema que já consta na pauta de conversas e reuniões com Jair Bolsonaro. Apesar disso, o senador pondera que nenhuma candidatura não se sustenta na base da imposição. “Candidatura se sustenta é exatamente no apoio, é isso que a gente vai buscar, meu trabalho como senador é uma referência se eu for candidato à reeleição. E claro, eu também preciso exatamente de conquistar o apoio do eleitor, da população, do cidadão que está lá na ponta, é isso que constrói uma candidatura forte”.

 

 

 

 

 

Fonte: Folha Max


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