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Estudo da UFMT aponta pico de casos de Covid em MT no começo de setembro


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Esta postagem foi publicada em 8 de junho de 2020 Destaque Slide Topo, Notícias.

Se as regras e medidas de controle para evitar o coronavírus não forem alteradas, Mato Grosso atingirá o pico de número máximo de infectados em 3 de setembro, quando terá mais de 307,8 mil casos em todo o estado, segundo nota elaborada pelos departamentos de Geografia, Saúde Coletiva e Matemática da UFMT, e divulgada na sexta (05).

A nota foi elaborada com os dados do governo de até 30 de maio. Neste dia, Mato Grosso tinha 2.373 casos confirmados de coronavírus, sendo 56 óbitos. Nove dias depois, o número de casos já quase que dobrou outra vez e temos, até este domingo (07), mais de 4 mil casos, com 113 mortes.

Segundo o estudo, o intervalo de dias em que o número de casos dobra está cada vez menor. Isso ocorreu já cinco vezes em Mato Grosso – 12 e 25 de abril, 09, 19 e 28 de maio. “Entre 04 e 12 de abril o número de casos dobrou em oito dias, entre os dias 12 de abril e 09 de maio a duplicação foi em 13 e 14 dias e nas últimas duas duplicações esse valor diminuiu para 10 e 9 dias, mostrando a aceleração no crescimento do número de casos da doença no estado”.

Contudo, alguns municipios há a disseminação mais rápida do vírus, como Cuiabá e Rondonópolis, que flexibilizaram o funcionamento de atividades econômicas no fim de abril. Enquanto outras, o número de casos confirmados vem caindo, como Cáceres e Barra do Garças, que chegaram a impor toques de recolher.

Pela quantidade da população e velocidade de transmissã do vírus, as regiões de Alto Tapajós e Alto Araguaia serão as primeiras a atingir o pico, logo em 4 de agosto. A baixada cuiabana, por sua vez, deve atingir o número máximo em 12 de setembro, com 55,3 mil casos. Outras regiões também atingirão o pico entre agosto e setembro.

A exceção fica para as regiões do centro-norte e oeste matogrossenses. Nestas duas, o pico só serão atingidos em 27 de janeiro e 21 de março, respectivamente.

Após cada região atingir seu pico, Mato Grosso deverá passar por uma queda no número de casos. “Contudo, a desaceleração se dá lentamente, ou seja, a disseminação do vírus permanece, mas o número de infectados se espalha ao longo do tempo até cessar o número de casos”. Segundo a nota, o rápido crescimento de infectados indica “que pode haver um forte impacto na demanda por acesso a leitos hospitalare e UTIs”.

Segundo o estudo, o intervalo de dias em que o número de casos dobra está cada vez menor. Isso ocorreu já cinco vezes em Mato Grosso – 12 e 25 de abril, 09, 19 e 28 de maio. “Entre 04 e 12 de abril o número de casos dobrou em oito dias, entre os dias 12 de abril e 09 de maio a duplicação foi em 13 e 14 dias e nas últimas duas duplicações esse valor diminuiu para 10 e 9 dias, mostrando a aceleração no crescimento do número de casos da doença no estado”.

Contudo, alguns municipios há a disseminação mais rápida do vírus, como Cuiabá e Rondonópolis, que flexibilizaram o funcionamento de atividades econômicas no fim de abril. Enquanto outras, o número de casos confirmados vem caindo, como Cáceres e Barra do Garças, que chegaram a impor toques de recolher.

Pela quantidade da população e velocidade de transmissã do vírus, as regiões de Alto Tapajós e Alto Araguaia serão as primeiras a atingir o pico, logo em 4 de agosto. A baixada cuiabana, por sua vez, deve atingir o número máximo em 12 de setembro, com 55,3 mil casos. Outras regiões também atingirão o pico entre agosto e setembro.

A exceção fica para as regiões do centro-norte e oeste matogrossenses. Nestas duas, o pico só serão atingidos em 27 de janeiro e 21 de março, respectivamente.

Após cada região atingir seu pico, Mato Grosso deverá passar por uma queda no número de casos. “Contudo, a desaceleração se dá lentamente, ou seja, a disseminação do vírus permanece, mas o número de infectados se espalha ao longo do tempo até cessar o número de casos”. Segundo a nota, o rápido crescimento de infectados indica “que pode haver um forte impacto na demanda por acesso a leitos hospitalare e UTIs”

 

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Fonte: RD News


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