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“Eu não preciso me rotular para uma campanha eleitoral”, afirma Nilson Leitão


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Esta postagem foi publicada em 2 de outubro de 2020 Notícias, Política.

Nilson Leitão (PSDB), da coligação Mato Grosso por Inteiro, aposta na união do Estado em sua campanha rumo ao Senado, para assim acabar com as desigualdades regionais. Leitão, que já passou pelas casas legislativas municipal, estadual e na Câmara Federal destaca que seu compromisso com os menos desfavorecidos existe há décadas. Pautas como saúde pública de qualidade, educação e divisão mais justa dos recursos compõem a sua agenda desde quando foi vereador, nos anos 90, até hoje, na sua busca pelo novo cargo.

“Eu não preciso me rotular para uma campanha eleitoral, eu sou aquilo que eu já era, a minha cara é a mesma, as minhas defesas são as mesmas, e o que eu acredito continua sendo a mesma coisa. Fui deputado estadual, vice-líder de Dante de Oliveira, fui líder do meu partido, líder da oposição, presidente da maior frente do Congresso Nacional, apresentei mais 700 propostas, tenho 5 leis vigentes em 2 mandatos, lutei e levantei bandeiras importantes para o estado”, relatou.

Dentre seus projetos mais notórios está o da redução da máquina pública, assunto que é atual devido à reforma tributária, proposta pelo Governo Federal. Leitão acredita que a melhor saída para salvar a economia está em diminuir o número de representantes no Congresso. “Em 2018 praticamente todo mundo falava na redução da máquina pública. Era um discurso que todo mundo fazia. Eu não fiz o discurso, eu apresentei a proposta de emenda constitucional, reduzindo de 513 deputados para 398, reduzindo de 81 senadores para 54, reduzindo de 1200 deputados estaduais para 800. São R$5 bilhões economizados em 4 anos de mandato”, diz.

A PEC ainda em tramitação, chegou a ser protocolada e está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara Federal. “A Câmara Federal está insalubre, não cabem 513 deputados dentro daquele plenário. Eu fui deputado e não cabe, ninguém consegue sentar. Isso não vai reduzir a democracia, não vai cortar nada”.

Nilson Leitão confirma ser contra qualquer tipo de aumento de impostos, visto que, somente no Brasil, são cerca de 35 divididos em diversas categorias. Sobre a possibilidade de maior taxação do agronegócio, Leitão evoca que os municípios mato-grossenses que vivem de agricultura em geral são os que possuem o mais alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). “Eles têm a maior geração de emprego, a maior distribuição de renda. Onde a agricultura entrou, ela fez a diferença. O Mato Grosso fez diferente graças ao olhar de Dante de Oliveira, lá atrás, que fez todo um aparato de políticas públicas para incentivá-la. É uma burrice achar que se pagar mais imposto melhora a vida dos outros. É claro que não”, finaliza.

 

 

 

Fonte: Assessoria


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