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Ex-policial civil preso em operação do Gaeco é homicida condenado


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Esta postagem foi publicada em 5 de maio de 2021 Notícias, Política.

O ex-policial civil, Raimundo Gomes de Queiroz, preso na manhã desta terça-feira (4), após deflagrada a Operação “Renegados”, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) é homicida condenado e responde a processos por tráfico de drogas.

Raimundo está entre os alvos do Gaeco, que prendeu quadrilha composta por policiais civis e militares e informantes utilizados pelo bando para praticar crimes como concussão, corrupção, peculato, roubo e tráfico.

O ex-agente da Segurança Pública foi condenado em 1998 a 20 anos e dois meses de prisão, sendo 12 anos e meio por assassinato e seis anos e meio por extorsão. Queiroz recorreu da sentença que foi reformada para 16 anos.

Raimundo foi expulso da Polícia Civil após a condenação. Ele matou um homem de Várzea Grande, ganhador da Tele-Sena, programa do SBT.  A quadrilha que ele integrava descobriu que o ganhador era um ex-presidiário e passou a extorqui- lo. Como o ganhador ameaçou denunciar e acabou sendo sequestrado e executado a tiros. O crime ficou conhecido como Caso Telesena.

Operação

Segundo as investigações do Gaeco, a organização criminosa era comandada pelo chefe de operação de uma delegacia da Capital que usava o cargo, os conhecimentos policiais e até equipamentos da Polícia Judiciária Civil para facilitar as ações e encobrir os crimes praticados pelo grupo.

Os policiais integrantes da organização ao descobrir as práticas criminosas ao invés de prender quem as praticava, passava a extorqui-los. Pedindo dinheiro para não prendê-los, em alguns casos era exigida uma parte dos lucros e em outros toda a totalidade dos bens ou valores.

No total foram cumpridos 44 mandados, sendo que destes 22 são de prisão preventiva. Na lista de presos constam ainda os nomes de estelionatários, como Evanir Silva Costa, que também é ex-policial civil. A ação foi realizada em parceria entre a Polícia Civil, por intermédio da Corregedoria Geral, e com o apoio da Polícia Militar e do Ciopaer. 

 

 

Fonte: Repórter MT 


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