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Fávaro lembra erro do agronegócio e quer união política com ex-deputados de MT


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Esta postagem foi publicada em 16 de abril de 2019 Notícias, Política.

O ex-vice-governador do Estado, Carlos Fávaro (PSD), não descartou uma possível aliança com os ex-deputados federais Adilton Sachetti (PRB) e Nilson Leitão (PSDB), no caso da cassação da senadora Selma Arruda (PSL) ser confirmada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e nova eleição ao Senado ser realizada. A cogitação foi feita na manhã desta segunda-feira (15), quando Fávaro cruzou caminho com a imprensa após sair de um encontro com o governador Mauro Mendes (DEM).

Os três já foram aliados no passado recente. Porém, com todo o desgaste que assolou a gestão Pedro Taques (PSDB), o grupo acabou se dividindo, gerando novos grupos políticos.

No pleito, os três foram derrotados por Selma, cada um encabeçando uma chapa, agora, eles podem se apresentar juntos, numa espécie de “super coligação”. “Sem sombra de dúvidas! A política é a arte de agregar, de somar forças e de formar aliados. A eleições de 2018, com a saída do ministro Blairo Maggi da candidatura à reeleição ao Senado, abriu um universo de oportunidades e disputamos em 11 candidatos para duas vagas [ao Senado]. Mas, com os resultados das urnas de 2018, eu acho que volta a convergir e mostrar que não tem desunião. O máximo possível de quem tenha as mesmas ideias, os mesmos pensamentos, os mesmos objetivos, é compor a mesma chapa, para ganhar força e que tenha resultado vencedor”, elencou.

No dia 7 de outubro, Carlos Fávaro ficou em 3º colocado na disputa ao receber 434.972 votos. Sachetti foi o 4º colocado e recebeu 333.082. Já Nilson Leitão conquistou a 5ª colocação da disputa ao ser o candidato de 330.430 eleitores. Os três, juntos, receberam mais de 1 milhão de votos.

O posicionamento de Fávaro foi feito logo após ser questionado se a união entre os três não seria o melhor caminho, uma vez que todos são do seguimento do agronegócio.

CASSAÇÃO

Na última quarta-feira (10), o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), de forma unânime, cassou o mandato da senadora Selma Arruda e de seus dois suplentes, Gilberto Possamai (1º) e Cléire Fabiana (2ª), ambos do PSL, por abuso de poder econômico e prática de Caixa 2.

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), que resultou na cassação da senadora, foi relatada pelo desembargador Pedro Sakamoto, e oferecida pelos candidatos derrotados Carlos Fávaro e Sebastião Carlos (REDE), além do Ministério Público Federal (MPF). Inicialmente, as ações foram oferecidas individualmente, mas por terem objeto semelhante, foram unificadas a mando de Sakamoto.

Os adversários de Selma viram a oportunidade de um terceiro turno das eleições quando ela foi acionada na Justiça pelo empresário Luiz Gonzaga Rodrigues, o “Júnior Brasa”, dono da Gênius Publicidade, por um suposto calote na ordem de R$ 1,1 milhão, por serviços prestados ainda no período de pré-campanha, período proibido para gastos de campanha.

 

 

Fonte: Folha Max


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