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Federação sinaliza convocar dirigentes para possível retomada do Mato-grossense


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Esta postagem foi publicada em 2 de maio de 2020 Destaque 1, Notícias.

Após a sugestão da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) em retomar os Campeonatos Estaduais, o presidente da Federação Mato-grossense de Futebol (FMF), Aron Dresch, já ensaia convocar uma reunião para a próxima semana. O dirigente pretende ter um encontro com os representantes dos dez clubes para sondar qual caminho seguir para um desfecho a contento do Mato-grossense, paralisado na primeira fase, quando foram definidos os oitos classificados para o mata-mata e Araguaia e Mixto como rebaixados à Segunda Divisão do próximo ano.

Apesar de ser defensor irredutível para o término do Estadual, Aron se sente de mãos atadas, já que uma retomada dependerá exclusivamente de posições oficiais por parte dos prefeitos municipais dos times classificados na segunda fase, em especial de Emanuel Pinheiro, gestor de Cuiabá e do governador do Estado Mauro Mendes.

Além de Cuiabá (Cuiabá e Dom Bosco), o mata-mata contará com representantes de Várzea Grande (Operário), Sinop (Sinop), União (Rondonópolis), Nova Mutum (Nova Mutum), Luverdense), Lucas do Rio Verde, Poconé (Poconé). Todos esses municípios têm registrados de casos do novo coronavírus, inclusive, alguns com óbitos nos casos de Cuiabá, Rondonópolis, Sinop e Lucas do Rio Verde.

“Estamos analisando e vendo a melhor saída para o nosso Campeonato Estadual. Meu desejo, desejo da federação é terminarmos. Em duas semanas terminaremos a disputa. Mas isso não depende só da gente, mas de um conjunto de decisões que passam por nossas autoridades. Inclusive pelo governo do Estado, que norteará as regras a serem seguidas para vencermos esta crise”, disse.

Outro problema complicador para uma eventual volta do Mato-grossense está relacionado ao término dos contratos profissionais entre clubes e jogadores. Dos oito clubes classificados ao mata-mata, a notícia é que só o Cuiabá manteve vínculo profissional com os atletas. Os demais haviam selados acordos até ao fim do mês de abril, compromisso que está chegando ou já chegou ao fim.

 

 

Fonte: A Gazeta


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