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Gilberto demonstra confiança de que liberação para importação da Sputnik será estendida a Mato Grosso


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Esta postagem foi publicada em 8 de junho de 2021 Destaque Slide Topo, Notícias.

O secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, demonstrou confiança de que Mato Grosso conseguirá receber as primeiras doses da Sputnik V, importadas da Rússia, assim como os seis estados do nordeste que tiveram pedido parcialmente atendido pela Agência Nacional de Vigilância Santária (Anvisa), na semana passada.

 

O gestor tem reunião com diretores do órgão federal na tarde desta segunda-feira (07), no sentido de entender melhor a decisão mais recente referente ao imunizante.

 

Conforme definido pela agência federal, a quantidade de doses liberadas neste momento será restrita a 1% da população de apenas seis estados do Nordeste: Bahia (300 mil), Maranhão (141 mil), Sergipe (46 mil), Ceará (183 mil), Pernambuco (192 mil) e Piauí (66 mil). O órgão, que recentemente havia rejeitado a compra dos imunizantes, mudou a orientação depois da chegada de novos documentos da fabricante russa. Ainda assim, estabeleceu protocolos específicos para a aplicação das doses.

 

“Foi a deliberação de um primeiro requerimento, contemplando seis estados, ainda não é o total dos estados que compuseram essa frente, mas já é uma boa notícia, a decisão deve ser estendida a todos os demais estados que demandaram pela importação”, disse.

 

 “Foi feito requerimentos diferentes. A Anvisa tinha um prazo estabelecido pelo Supremo para fazer a análise, mas é a mesma demanda, estamos em dois consórcios (Amazônia e Brasil Central). Estamos tratando como se estivéssemos nesse mesmo grupo. A decisão de Anvisa vai ser linear a todos”, completou.

 

Gilberto explica que a decisão que não cita diretamente Mato Grosso deve ser comemorada, pois é mais uma etapa do processo de aquisição do imunizante. Ressalta que apesar do contrato já assinado, o estado só irá começar a pagar pelas 1,2 milhão doses, quando houver legalidade para a importação e aplicação da vacina.

 

“O laboratório atendeu uma série de requisitos da Anvisa, mas ainda existe necessidades a serem seguidas, por isso estamos atentos e queremos fazer o que é correto. Vamos adquirir quando tivermos 100% de segurança jurídica para a aquisição e aplicação no nosso país. É um processo que não está totalmente em nossas mãos, não dá para prever. Aquilo que depender da atuação dos secretários de saúde, vamos fazer o máximo para ter vacinação rapidamente”, pontuou.

 
 
Fonte: Olhar Direto

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