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GRAMPOLÂNDIA LEGISLATIVA: Deputados querem varreduras em todos gabinetes da AL de MT


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Esta postagem foi publicada em 22 de abril de 2020 Destaque Slide Topo, Notícias.

Dois delegados da PC investigam arapongagem no Legislativo.

Após terem encontrado câmeras e escuta-ambiente na presidência do Legislativo e no Colégio de Líderes, os deputados querem que todos os gabinetes sejam revistados. A afirmação foi feita pelo primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), em fala na tribuna durante a sessão desta segunda-feira (20).

O suposto esquema de arapongagem na Casa de Leis vai ser investigado pelos delegados Juliano Silva de Carvalho, diretor da Inteligência, e Eduardo Botelho, da Gerência de Combate a Crimes de Alta Tecnologia (Gecat). ‘Muitos deputados me procuraram e querem uma revista geral na Assembleia. Isso é muito sério e uma investigação minuciosa precisa ser feita’, disse Russi.

Um boletim de ocorrência foi registrado e os delegados foram designados pelo chefe da Polícia Civil de Mato Grosso, delegado Mário Dermeval. O caso veio à tona na sexta-feira (17),

quando a Assembleia comunicou que havia encontrado câmeras e escutas ambiente dentro da presidência da Assembleia.

A descoberta ocorreu na tarde de quinta-feira (16) por um funcionário da Casa Legislativa. Após a descoberta, a coordenadoria militar Legislativa foi acionada para averiguar a situação.

Logo, localizaram os equipamentos, aparentemente amadores. O coordenador militar, coronel Henrique Santos, informou que após a descoberta foi registrado um boletim de ocorrência

no última sábado. ‘Agora estamos aguardando a equipe da Polícia Civil vir no local e recolher todos os equipamentos encontrados para análise. Preferimos que seja investigado por lá para dar mais transparência e autonomia ao trabalho’, explicou.

Logo após o caso vir a público, o presidente da Assembleia, Eduardo Botelho (DEM), convocou a Mesa Diretora para tratar do assunto. No primeiro momento, a desconfiança era se o sistema de escuta encontrado não fazia parte de uma investigação policial com autorização da justiça.

Porém, logo descartaram por conta da aparência de ‘amadorismo’ nos materiais. No entanto, a desconfiança de que a implantação do esquema de arapongagem ter partido do próprio Legislativo esquentou a reunião. Isso porque apenas os funcionários da presidência da Assembleia têm acesso as salas em que foram encontrados as câmeras e escutas. 

 

 

 

Fonte: Folha Max


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