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Jaime defende diálogo e diz que “cabo de guerra tem que acabar”


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Esta postagem foi publicada em 19 de julho de 2019 Notícias, Política.

O senador Jaime Campos (DEM) defendeu o diálogo entre o Governo do Estado e os profissionais da Educação como forma de por fim à greve da categoria iniciada há quase dois meses.

Na avaliação do senador, os professores têm que compreender o momento de dificuldade financeira do Estado e o Governo, por sua vez, precisa apresentar uma proposta – ainda que não seja para cumpri-la neste momento.

A categoria cobra, entre outras coisas, o cumprimento da lei da dobra salarial (aprovada em 2013), que dá direito a 7,69% a mais na remuneração, anualmente, durante 10 anos.

O Estado está com dificuldades de orçamento, sabemos perfeitamente. Acho que esse cabo de guerra tem que deixar de existir. De um lado, os professores devem ter a consciência da dificuldade financeira que o Estado tem”, disse Jaime.

“E o governador, imagino, está procurando fazer uma proposta, não que seja cumprida neste exato momento, mas para o ano que vem ou assim que possível. Sobretudo, de forma transparente como o Mauro tem trabalhado, mostrando os números”, acrescentou o senador.

“Estelionato”

O democrata ainda reforçou uma frase usada pelo governador Mauro Mendes (DEM) recentemente, no sentido de que não é possível dar um “cheque sem fundo” aos profissionais.

Para Jaime, qualquer proposta apresentada para dar fim à greve sem que de fato haja a possibilidade de ser cumprida seria uma espécie de “estelionato”.

“O governador disse que não vai, em hipótese alguma, emitir um cheque sem fundo, ou seja, fazer compromisso ou proposta que daqui a pouco não possa cumprir. Isso seria estelionato”, disse o senador.

“Agora, que tem que haver um acordo rapidamente. O que não pode é nossas crianças ficarem fora das salas de aula”, concluiu.

Greve

Os profissionais da Educação estão parados desde o dia 27 de maio.

Além do cumprimento da dobra salarial, eles pedem o pagamento da RGA e exigem os pagamentos dos salários que foram descontados durante a paralisação.

Em nova assembleia realizada no último dia 12, a categoria decidiu manter a greve por tempo indeterminado.

 

 

Fonte: Midia News


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