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Janaína ameaça ir à Justiça para garantir votação do Conselho Estadual LGBTQIA+


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Esta postagem foi publicada em 4 de novembro de 2021 Notícias, Política.

A deputada estadual Janaína Riva cobrou ontem (03) um posicionamento da Assembleia Legislativa sobre a votação do projeto que cria o Conselho Estadual LGBTQIA+ em Mato Grosso. A parlamentar, que está em viagem de trabalho, disse ter recebido com surpresa o pedido de retirada do projeto da pauta de votações e considerou a atitude um desrespeito aos cidadãos que há anos esperam por essa discussão na Assembleia.

“Se a Assembleia realmente arquivar o projeto conforme foi ventilado pela imprensa, vou à justiça para garantir sua votação em plenário. Os deputados que são contra que votem contra, não aceitaremos perder no tapetão. É um direito da comunidade LGBTQIA+ ter esse projeto votado e discutido pelos deputados. A Assembleia é a Casa de todos e é assim que ela deve agir”, ressaltou a parlamentar.

Em declarações à imprensa o presidente em exercício da ALMT, deputado Dilmar Dal Bosco, confirmou ter recebido um pedido de arquivamento do projeto. Mas, conforme ele, o pedido não foi aceito e a votação não ocorreu porque haveria ‘outros projetos mais importantes’ aguardando análise dos deputados.

A declaração do presidente em exercício contrasta com as informações oficiais do próprio Governo, apontando a urgência da definição de mecanismos visando reduzir a violência contra gays, lésbicas, travestis e transexuais. Os dados mostram que Mato Grosso é um dos líderes em casos de agressões e assassinatos contra estes cidadãos.

Conforme a mensagem encaminhada pelo Governo do Estado, o conselho vai reunir representantes do Poder Público e da sociedade para participar da criação de políticas públicas, assegurar direitos e principalmente denunciar e acompanhar casos de violência e violação de direitos contra a população LGBTQIA+.

Janaína Riva afirmou que a criação do conselho não se trata de privilégio, mas de corrigir um problema que afeta negativamente a imagem do estado e garantir direitos básicos para milhares de mato-grossenses.

“É uma questão de sobrevivência para muitos cidadãos que são colocados à margem da sociedade por conta da sua orientação sexual”, destacou.

 

 

 

 

Fonte: AgoraMT


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