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Jayme nega querer presidir partido em MT, mas exige ser ouvido


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Esta postagem foi publicada em 10 de novembro de 2021 Destaque 2, Notícias.

O senador Jayme Campos (DEM) afirmou que já está passando da hora das lideranças do partido se reorganizarem e escolherem quem será o presidente do União Brasil em Mato Grosso, legenda que surge após fusão do seu partido com o PSL.

Ele ainda negou ter qualquer pretensão de ocupar o cargo, mas pontuou que as discussões já deveriam ter sido iniciadas e que o novo líder precisará ter jogo de cintura para garantir que não haja um esvaziamento do partido.

“Até agora, não foi discutido nome. Há só especulação. Mas o senador Jayme Campos, não. Não tenho essa pretensão. Imagino que já está na hora de começar a discutir. Mas quem que é o capitão, o DJ da parada? Não é Jayme Campos, é o governador Mauro Mendes, e ele que tem que dar a orientação”, cobrou.

Jayme negou ter alguma preferência para o cargo, mas afirmou que pelo tempo que tem de partido e pelo cargo que ocupa, não aceitará que a decisão seja tomada sem que a sua avaliação seja levada em conta.

“Não tenho nome, não me sinto à vontade para fazer indicação, mas exijo ser ouvido. É o mínimo, no alto dos meus 71 anos, seis mandatos, senador da República até 2027. No mínimo tenho que ser ouvido”, afirmou.

Insatisfação

O senador afirmou que a fusão das duas legendas, feita a nível nacional e replicada para as bases, gerou insatisfação não só em Mato Grosso, mas em outros estados. Jayme citou como um dos descontentes o irmão dele, o ex-governador Júlio Campos, que já se posicionou publicamente sobre o assunto.

Segundo Jayme, algumas pessoas devem mudar de partido no âmbito nacional, mas ele não vê o mesmo ocorrendo em Mato Grosso. Tudo dependerá de quem estará no comando do Diretório Regional.

“Algumas pessoas vão para outros partidos políticos. Você perde e você ganha. Eu percebo que haverá um crescimento para o partido muito bom. Do DEM, em Mato Grosso, não acredito que vamos perder ninguém”, disse.

“Infelizmente, houve um desacerto de não ouvir as bases, e isso aí insurge insatisfação no seio partidário em todos os municípios. Espero que o novo presidente do partido em Mato Grosso tenha competência para fazer o bom gerenciamento e não perder nenhum membro”, completou.

 

 

 

 

Fonte: Mídia News


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