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Juiz ouve Silval, Riva e conselheiro em processo de compra de vaga no TCE


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Esta postagem foi publicada em 26 de agosto de 2021 Destaque Slide Topo, Notícias.

Foram marcadas oitivas do ex-governador Silval da Cunha Barbosa e do ex-presidente da Assembleia José Geraldo Riva e do conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) no processo que avalia a suposta compra de vaga no TCE. O juiz Bruno D’Oliveira Marques, da Vara Especializada em Ação cível Pública de Cuiabá, definiu a data para a próxima segunda (30), às 14h.

Sérgio Ricardo teria “comprado” a cadeira de Alencar Soares no TCE por R$ 8 mi

Sérgio Ricardo teria “comprado” a cadeira de Alencar Soares no TCE por R$ 8 mi

Na terça (24), o juiz ouviu os deputados Sebastião Rezende (PSC), Nininho (PSD), o empresário João Carlos Simoni e o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB). As testemunhas foram indicadas por Sérgio Ricardo.

 

O Ministério Público de Mato Grosso (MPE) propôs a ação por improbidade que tem como corréus ainda o ex-governador Blairo Maggi, Silval da Cunha Barbosa, Alencar Soares Filho, Eder Moraes, Junior Mendonça, Humberto Bosaipo, José Riva, Leandro Soares e Sergio Ricardo de Almeida.

Sérgio Ricardo teria “comprado”, ainda em 2009, a cadeira de Alencar Soares por R$ 8 milhões, sendo que R$ 2,5 milhões teriam sido pagos de maneira antecipada, além de outras transferências, de R$ 2 milhões e R$ 2,5 milhões.

O caso veio à tona quando Alencar Soares, segundo a investigação, teria usado contas dos filhos e de terceiros para receber depósitos da suposta venda de sua vaga no órgão. E-mails trocados com o empresário Júnior Mendonça, apontado como operador do esquema, comprovariam a efetivação dos depósitos de valores diversos com várias pessoas.

De acordo com o inquérito da Operação Ararath, Alencar teria indicado as contas bancárias dos filhos Leandro Valoes Soares e Leonardo Valoes Soares, e também de Alexandre de Freitas Bezerra e da empresa Paz Administradora de Ativos, administrada por Vanessa Navarro Alvarenga Tolentino, para depósitos ou transferências dos R$ 4 milhões, supostamente negociados por Eder Moraes e em atendimento a Maggi (à época no PR, hoje no PP).

 

 

 

Fonte: RD News


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