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Júlio considera precipitado adiar eleições municipais e sugere voto online


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Esta postagem foi publicada em 3 de abril de 2020 Destaque 1, Notícias.

O democrata espera que o Brasil se recupere a tempo das restrições causadas pela pandemia e avalia que o país tem condições de aperfeiçoar um sistema para que eleitores votem sem sair de casa.

Vice-presidente do Democratas em Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, o ex-governador Júlio Campos declara em entrevista  que considera precipitado decidir agora  pelo adiamento das eleições municipais de 2020, devido à pandemia do coronavírus. Entre suas considerações, ele pontua que o voto poderia ser feito de forma online.

Júlio Campos avalia que o país pode se recuperar do intenso abalo causado pela doença, ainda a tempo de organizar e realizar as eleições, mas afirma ser favorável se a medida for necessária.

“Por enquanto acho precipitado, porque o projeto eleitoral da eleição municipal começa em julho, na primeira quinzena de julho para oficializar e organizar convenções, Se ata estiver essa situação de pandemia no Brasil, aí vai ter que tomar uma providência de realmente transferir para outra oportunidade, que seja para o ano que vem, ou para aquela tese de coincidir todas as eleições em 2022”, argumenta.

Questionado sobre a eficiência dessa possibilidade de unificar as eleições em 2022, o democrata lembra que já participou de eleição nesse modo, em 1982, quando disputou o Governo do Estado e avalia que a medida é mais econômica e dá certo.

“Então, já enfrentei essa eleição e o povo não teve nenhuma dificuldade de votar, e o povo brasileiro há 30 anos atrás não tinha tanta educação, tanta cultura como tem hoje, com tanta informação e modernização. Eu tenho certeza que a próxima eleição poderia votar até por sistema de APP, né. Em casa. Nem precisa comparecer às urnas. Já tem biometria, então você pode muito bem colocar a biometria no seu celular e votar”, avalia.

Júlio Campos enfatizou que, no caso do adiamento da eleição suplementar ao Senado, a qual lançou seu nome, antes mesmo da decisão do Tribunal Superior Eleitoral, ele já manifestava que era a favor da medida, pois considerava que o pleito em 26 de abril era impróprio devido à pandemia.

A proposta de unificar as eleições e 2022 vem ganhando força no Senado. O senador de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL) é autor de uma PEC referente à medida.

A estimativa de economia com o adiamento é de até R$ 1,5 bilhão, além dos recursos do fundo eleitoral, que não seriam utilizados. 

Fonte: Conexão Poder


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