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Júlio põe em xeque candidatura de Pivetta e diz que em caso de recuo de vice, Botelho apoiará Leitão


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Esta postagem foi publicada em 18 de agosto de 2020 Destaque Slide Topo, Notícias.

O ex-governador Júlio Campos (DEM), que assumiu a 1ª suplência da chapa de Nilson Leitão (PSDB) ao Senado nesta segunda-feira (17), sugeriu que a candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (PDT) esteja indefinida. Ao falar da divisão de grupos dentro da sigla democrata, Campos disse que o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), estaria aguardando justamente por essa definição para firmar ou não uma aliança com o grupo encabeçado pelo pré-candidato tucano.

“O grupo do governador deve caminhar com o Fávaro e o grupo do Botelho deve estar com o Pivetta. Mas, caso o Pivetta não saia candidato, o Botelho vem caminhar conosco. São 100 votos que decidem a maioria dentro do DEM, os demais estão liberados para caminhar como quiserem. Mas isso não interfere nas municipais, porque cada campanha é uma coisa”, disse Júlio Campos.

O ex-governador garantiu, ainda, que apesar da divergência entre seus filiados a sigla não está “rachado”.

“O DEM não está rachado, porque desde a eleição passada quando tínhamos um candidato oficial, que era eu, com um grupo que já tinha o PL e o deputado federal Emanuelzinho junto, fizemos uma reunião no Paiaguás e o governador disse que se sentia constrangido por não apoiar o Pivetta. E mais constrangimento ainda por causa do Fávaro. Ele pediu liberdade para que ele seu grupo não participassem da nossa campanha. Nós respeitamos, compreendemos isso, ficou tudo numa boa. E, desta feita, repetiremos o que ocorreu em abril agora”, acrescentou.

O DEM fechou chapa com Leitão, mas ainda precisa levar o assunto para ser votado e aprovado por todos os filiados. Não deve encontrar resistência. A campanha será administrada por Dilmar Dal’Bosco e terá, ainda, o apoio do senador Wellington Fagundes (PL), que indicou para a 2ª suplência seu assessor, José Márcio.

O governador Mauro Mendes, por sua vez, segue com seu apoio indefinido e aguarda para discutir com seu grupo, que engloba o presidente do DEM, Fábio Garcia, além de seu próprio staff no Governo.

 

 

 

 

Fonte: Olhar Direto


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