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Leitão admite estar “no fim da fila”, mas buscará apoio de MM


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Esta postagem foi publicada em 2 de março de 2020 Destaque 1, Notícias.

Ex-deputado federal foi oficializado como pré-candidato ao Senado nesta semana.

Pré-candidato ao Senado pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), o ex-deputado federal Nilson Leitão avaliou que o governador Mauro Mendes (DEM) tem um “imbróglio” para resolver antes de manifestar apoio a algum nome na eleição suplementar que será realizada em abril. Mesmo assim, Nilson não descarta dialogar com o democrata em busca de uma possível união.

 

“Ele [Mauro Mendes] tem três candidatos, tem um problema muito grande, ele tem um problema muito maior né. Ele vai ter que saber como que vai ter que agir. Talvez seja bom ter três ou quatro [candidatos] e ai não vai ter como apoiar ninguém. Vamos ter que aguardar. A minha fila para ter o apoio do Mauro ainda está lá trás”, pontuou.

Ele se refere a membros do grupo governista no Estado, como o ex-governador Júlio Campos (DEM) que já foi oficializado pelo partido com pré-candidato ao Senado, além do vice-governador Otaviano Olavo Pivetta (PDT) e de Carlos Fávaro (PSD), que também devem disputar a vaga deixada pela senadora cassada Selma Arruda (Podemos).

 

“Eu estou na expectativa, o apoio do Mauro ainda é muito bem-vindo, não tenho nenhum problema. Quero o apoio de todos e quero me eleger senador por Mato Grosso. Eu fui líder da oposição e nunca deixei de aprovar projetos bons”, complementou o tucano. 

O PSDB ingressou na base de maio no início deste mês. Até então, o deputado Wilson Santos figurava como um dos principais nomes na oposição ao democrata na Assembleia Legislativa.

 

Nilson oficializou sua pré-candidatura nesta quinta-feira (27) com a presença de membros da executiva do partido. Na ocasião, Leitão ouviu dos aliados que sua candidatura deve atender o “campo” e a “cidade”.  

Contudo, sem um arco de aliança política definido, Leitão adianta que vai dialogar com todos os partidos para sair na frente contra outros nomes que também representam o agronegócio. Para ele, ter o partido do governador ao lado facilita as composições. “O Democratas tem um bom aceno ao olhar para o Mato Grosso como um todo e dizer: olha nós precisamos eleger regionalmente mais alguém e o Nilson é do estado, mas é originário lá do norte, Várzea Grande e Cuiabá já tem um representante o sul do Estado já tem um representante, vamos equilibrar com o segundo colégio eleitoral do Estado que é o Nortão”, exemplificou. 

Em 2018, o tucano ficou em 5º lugar na disputa ao Senado com 330,430 mil votos.

 

 

Fonte: Folha Max


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