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Mauro elenca 5 prioridades para até 2022 e salário do servidor em dia é uma delas


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Esta postagem foi publicada em 22 de abril de 2019 Destaque Slide Topo, Notícias.

O governador Mauro Mendes (DEM) elencou cinco objetivos prioritários durante sua gestão até 2022. As metas foram apresentadas aos demais poderes e órgãos independentes por meio do levantamento “Mato Grosso, 2003 a 2018, o que aconteceu?” As metas estão sendo consideradas pelo democrata como uma resposta concreta para o desequilíbrio fiscal pelo qual passa o Estado.

Além das medidas concretas já tomadas nos 100 primeiros dias de gestão, Mauro aponta que as metas nos próximos anos consistem em elevar a qualidade e eficiência do serviço público. Pagar em dia os servidores, prestadores de serviço, fornecedores e prefeituras.

Mauro também elencou que vai recuperar a capacidade de investimentos com recursos públicos. Dentro desta perspectiva conta a concretização do empréstimo de US$ 250 milhões junto ao Banco Mundial, para pagar a dívida com o Bank of America, e melhorar a classificação de risco junto a Secretaria de Tesouro Nacional (STN), que hoje é avaliada em “C”, e o ideal para o Estado conseguir novos empréstimos junto aos bancos nacionais é que seja em “B”.

Outra meta é promover o crescimento e desenvolvimento sustentável do Estado. Neste quesito, o principal critério é arrecadar mais do que se tem gastado. Nos últimos três governos anteriores a Mauro ficou evidente que os gastos superaram a arrecadação, levando o Estado ao caos financeiro que passa hoje.

Por fim, Mauro aponta que quer melhorar a qualidade de vida dos mato-grossenses. O governador tem repetido reiteradamente que todas as medidas precisam alcançar o resultado de melhoria da aplicação dos recursos em políticas públicas que atendam à população.

Mauro afirma também que está fazendo seu dever de casa para reconstruir o equilíbrio fiscal do Estado. E para isso já tem “cortado gastos, otimizando custeio, controlando crescimento da folha, melhorando a arrecadação, combatendo a sonegação, revisando os incentivos fiscais e reestruturando os ambientes de trabalho dos servidores”, conforme destaca no estudo.

 

 

Fonte: RD News/Vinícius Bruno

 


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