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Mauro Savi quer julgamento sobre crime de R$ 104 milhões na Justiça Eleitoral


Esta postagem foi publicada em 27 de setembro de 2019 Destaque 1, Notícias.

Gaeco informa que os valores teriam sido utilizados para custear campanhas eleitorais

A defesa do ex-deputado estadual Mauro Savi (DEM) levantou a possibilidade de enviar processo por suposta fraude de valor estimado em R$ 104 milhões à Justiça Eleitoral. O caso em que o ex-parlamentar é réu julga supostos crimes que ocorreram no Sisflora (Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais), da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema).

A juíza Ana Cristina, da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, solicitou manifestação do Ministério Público (MPE) antes de decidir. Audiência que estava marcada para ocorrer no dia dois de outubro foi suspensa.

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou em março de 2019 jurisprudência no sentido da competência da Justiça Eleitoral para processar e julgar crimes comuns que apresentam conexão com crimes eleitorais.

Na ação contra Mauro Savi, inquérito policial conduzido pelos delegados de polícia do Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) informam que os valores teriam sido utilizados para custear campanhas eleitorais no ano de 2014.

Além de Mauro Savi, foram denunciados em 2016, na instância inferior e pelos mesmos crimes, o ex-deputado José Riva, Juliana Aguiar da Silva, Fabricia Ferreira Pajanoti e Silva, Jacymar Capelasso, Wladis Borsato Kuviatz, Paulo Miguel Renó, Eliana Klitzke Lauvers e Audrei Valério Prudêncio de Oliveira.

 

 

Fonte> Olhar Direto


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