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Mendes: “Divergências existem; brigo porque quero fazer o bem”


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Esta postagem foi publicada em 12 de julho de 2021 Destaque 1, Notícias.

O governador Mauro Mendes (DEM) minimizou os desentendimentos que têm ocorrido entre o Executivo e a Assembleia por conta das últimas votações na Casa de Leis.

A discussão entre os Poderes se intensificou nesta semana após a derrubada de dois vetos governamentais e a aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que permite a reintegração de 62 servidores da Empaer.

Em conversa com a imprensa, Mendes disse que o trabalho que o Legislativo tem desenvolvido foi primordial para a recuperação dos cofres públicos e que as divergências de entendimentos são naturais.

“Sempre que posso, dou a Cesar o que é de Cesar. Em muitos momentos, a Assembleia tem sido parceira. Divergência sempre existiu. Dentro de casa, a gente não tem uns ‘piripaques’ com a mulher da gente? Mas, o que nos une é muito maior do que alguma coisa que nos separa”, disse

“Ter opiniões diferentes não significa que as pessoas não possam conviver. Se existem algumas diferenças, existem também muitas semelhantes”, emendou.

O governador afirmou, ainda, que as críticas feitas ao longo das últimas semanas, em meio as votações no Legislativo, se deram com a intenção de “fazer o bem” e melhorar o Estado.

“O meu objetivo é fazer o bem. Brigo, porque quero fazer o bem. Brigo todos os dias com a burocracia no Estado. E nesse espírito, vamos continuar melhorando o Estado, fazendo o nosso papel, cada um cumprindo sua missão e construindo uma sociedade e Estado melhor para todos”, afirmou.

PEC da Empaer

Nesta semana, os deputados aprovaram a PEC da Empaer, que trata da reintegração de 62 servidores aos quadros da empresa pública.

Na época da demissão, o Governo apontou que a efetivação do grupo se deu em razão de um processo seletivo considerado precário, realizado na década 90. A demissão ocorreu após duas decisões judiciais transitadas em julgado – sem chance de recurso.

Descontente com a aprovação da PEC, o governador chegou a falar que os parlamentares “agem de forma ilegal”.

Fonte: Midia News


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