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Milho: quinta-feira começa com B3 ainda operando em baixa


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Esta postagem foi publicada em 23 de abril de 2020 Destaque 1, Notícias.

A quinta-feira (23) começa com os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3) operando em campo negativo, com as principais cotações registrando movimentações caindo até 0,83% por volta das 09h21 (horário de Brasília).

O vencimento maio/20 era cotado à R$ 45,19 com desvalorização de 0,79%, o julho/20 valia R$ 41,70 com queda de 0,83% e o setembro/20 era negociado por R$ 41,31 com perda de 0,12%.

Mercado Externo

Já os preços internacionais do milho futuro abrem a quinta-feira (23) acumulando ganhos na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 3,00 e 3,25 pontos por volta das 09h11 (horário de Brasília).

O vencimento maio/20 era cotado à US$ 3,20 com alta de 3,00 pontos, o julho/20 valia US$ 3,27 com valorização de 3,00 pontos, o setembro/20 era negociado por US$ 3,30 com elevação de 3,25 pontos e o dezembro/20 tinha valor de US$ 3,39 com ganho de 3,00 pontos.

Segundo informações do site internacional Successful Farming, os grãos foram mais altos no comércio da noite para o dia com algumas novidades sobre a demanda e compras técnicas.

“Os investidores também desalavancaram suas posições de baixa e recompraram contratos depois que os preços do milho caíram para o nível mais baixo desde 2009 na última terça-feira”, aponta o analista Tony Dreibus.

A publicação ainda destaca que as preocupações com a demanda dominaram os mercados nas últimas semanas em meio à disseminação do vírus COVID-19. Enquanto os compradores estrangeiros retardaram as compras de alguns produtos, a demanda por alimentos tem sido forte, o que pode significar um aumento nas compras de grãos e oleaginosas.

“A demanda por etanol, no entanto, despencou, pois os carros permanecem estacionados nos EUA e as pessoas ficam em casa, o que também pesou nos preços”, diz Dreibus.

Relembre como fechou o mercado na última quarta-feira:

Milho: quarta-feira foi mais um dia de queda para o mercado interno, mas de boas altas em Chicago

Chicago subiu atraindo compras após grande baixa

A quarta-feira (22) foi mais um dia de quedas para os preços do milho no mercado nacional. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, não foram precedidas valorizações em nenhuma das praças pesquisadas.

Já as desvalorizações apareceram em Tangará da Serra/MT (2,33% e preço de R$ 42,00), Não-Me-Toque/RS (2,35% com preço de R$ 41,50), Castro/PR (3,23% e preço de R$ 45,00), Campo Novo do Parecis/MT (3,61% e preço de R$ 40,00), Assis/SP (4,40% e preço de R$ 43,50), Rio do Sul/SC (4,55% e preço de R$ 42,00), São Gabriel do Oeste/MS (4,65% e preço de R$ 41,00), Jataí/GO (4,76% e preço de R$ 40,00), Rio Verde/GO (4,76% e preço de R$ 40,00) e Brasília/DF (10% e preço de R$ 45,00).

De acordo com a nota diária da Radar Investimentos, as quedas no mercado físico seguem sendo comuns na maioria das regiões produtoras. “Em São Paulo, por exemplo, não é diferente. Com a redução do alojamento de frangos e suínos e queda do petróleo/etanol, as referências estão frágeis. Em Campinas-SP, os negócios giram ao redor de R$51,00-R$52,00/sc, CIF, 30d”.

Enquanto isso, o Imea (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária) reduziu a estimativa de crescimento na demanda por milho no estado ao divulgar relatório apontando que o aumento no consumo de milho dentro do estado deve crescer 4,37% com relação a safra 2018/19, alcançando 9,05 milhões de toneladas. Até o final de 2019 esperava-se um considerável aumento, acima de 18%, no consumo de milho destinado às empresas de etanol e à pecuária.

De acordo com a publicação, as estimativas atualizadas do instituto têm como base as reduções de preço do etanol, que comprime as margens das indústrias de etanol de milho e as dúvidas dos pecuaristas quanto ao confinamento no estado, devido também às margens apertadas.

O relatório ainda aponta que 2,60 milhões de toneladas devam ser destinadas para outros estados e outras 20,76 milhões de toneladas encaminhadas para exportação, sustentada pela desvalorização do real que melhora nossa competitividade globalmente. Restando assim um estoque projetado em 0,04 milhões de toneladas no estado.

“De maneira geral, ressalta-se que as mudanças que estão ocorrendo no mundo com a Covid-19 estão afetando sobremaneira a relação de consumo das pessoas e isso certamente impactará nos números de oferta e demanda apresentados nas próximas estimativas até o final destas safras”, diz o Imea.

B3

A bolsa brasileira (B3) operou boa parte do dia em baixa, mas registrava movimentações em campo misto, entre 1,29% negativo e 0,64% positivo por volta das 16h21 (horário de Brasília).

O vencimento maio/20 foi cotado à R$ 45,55 com valorização de 0,64%, o julho/20 valeu R$ 42,05 com desvalorização de 1,29%, o setembro/20 foi negociado por R$ 41,36 com queda de 1,05% e o novembro/20 teve valor de R$ 43,80 com estabilidade.

Mercado Externo

Já para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT), a quarta-feira (22) foi dia de acumular elevações, com as principais cotações operando no campo positivo em até 8,25 pontos ao final do dia.

O vencimento maio/20 foi cotado à US$ 3,17 com valorização de 8,25 pontos, o julho/20 valeu US$ 3,24 com alta de 7,50 pontos, o setembro/20 foi negociado por US$ 3,27 com ganho de 6,00 pontos e o dezembro/20 teve valor de US$ 3,36 com elevação de 4,75 pontos.

Esses índices representaram valorização, com relação ao fechamento da última terça-feira, de 2,59% para o maio/20, de 2,21% para o julho/20, de 1,87% para o setembro/20 e de 1,20% para o dezembro/20.

Segundo informações da Agência Reuters, os futuros de milho nos Estados Unidos subiram 2,4% na quarta-feira, com os agentes comerciais apostando nas baixas após o declínio do mercado para o menor nível desde setembro de 2009 na última terça-feira (21), disseram traders.

“O milho caiu para os preços mais baixos que vimos em muitos anos ontem e temos uma cobertura curta”, disse Greg Grow, diretor de agronegócio da Archer Financial Services em Chicago.

Apesar dessas altas, analistas disseram que essa movimentação não fez nada para mudar os fundamentos que deram um tom de baixa ao milho devido às expectativas de menor demanda por etanol.

“A manutenção de uma manifestação de alta exigiria uma mudança nos fundamentos. De um excedente oneroso para uma preocupação de fornecimento”, disse Arlan Suderman, economista-chefe de commodities do INTL FCStone.

 

 

Fonte: Notícias Agrícolas


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