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Mourão ameniza fala de Bolsonaro sobre fraude na eleição: nada a acrescentar


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Esta postagem foi publicada em 10 de março de 2020 Destaque Slide Topo, Notícias.

m solo mato-grossense, o presidente em exercício Hamilton Mourão (PRTB) evitou polemizar quanto a suspeita levantada ontem (9) por Jair Bolsonaro (sem partido), de que as eleições presidenciais de 2018 foram fraudadas. “Da minha parte, não tenho nada a acrescentar a esse respeito”.

A afirmação de Bolsonaro foi feita durante encontro com a comunidade brasileira em Miami, onde cumpre agenda. O presidente já havia levantado suspeita de fraude no ano da eleição, mas agora, pela primeira vez, disse ter como provar a manipulação. Bolsonaro declarou que com as provas – que não mostrou -, tem certeza que foi eleito ainda no primeiro turno.

Já Mourão, que esteve na Capital na manhã de hoje (10), afirmou ter tido conhecimento da informação divulgada por Bolsonaro pela imprensa. Acredita que a suspeita do presidente é em relação às diversas denúncias que surgiram nas redes sociais na época da eleição, de eleitores do capitão, reclamando de irregularidades nas urnas.

“Lembro que durante o período da eleição em 2018, ocorreu muita discussão a respeito da urna eletrônica e voto impresso. Acho que o presidente quis se referir mais a isso. Bom lembrar que já há algum tempo o Congresso conseguiu aprovar, acredito que em 2015, um projeto de lei que tornava obrigatório o voto impresso e depois foi derrubado, pois poderia identificar o voto da pessoa. O presidente levou a discussão mais para esse lado”, declarou Mourão, durante coletiva à imprensa, realizada no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande.

O presidente em exercício se referiu ao item aprovado dentro da minirreforma eleitoral aprovada pelo Congresso em 2015 e derrubada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2018. Mourão ainda afirmou que a questão deve ser esclarecida pelo próprio Bolsonaro, que tem compromisso nos EUA até hoje.

A coletiva foi realizada após encontro de Mourão com o governador Mauro Mendes (DEM), no Palácio Paiaguás, quando trataram sobre o Conselho da Amazônia Legal, do qual o presidente em exercício passou a ser coordenador. Cabe a ele, entre outras coisas, a implementação das políticas públicas do próprio governo federal para a Amazônia.

 

Fonte: RD News


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