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Nilson Leitão defende distribuição igualitária dos recursos para saúde pública


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Esta postagem foi publicada em 28 de setembro de 2020 Destaque Slide Topo, Notícias.

Nos oito anos como deputado federal, Nilson Leitão direcionou R$ 340 milhões para a saúde pública de Mato Grosso, por meio das emendas parlamentares. O dinheiro foi usado em reformas de hospitais, compra de equipamentos e de ambulâncias, na construção de laboratórios e consultórios clínicos e odontológicos, por exemplo. O Governo do Estado, por exemplo, recebeu por parte do ex-deputado federal, apenas em 2016, mais de R$ 6 milhões em verbas para a atenção básica e especializada.
“Grande parte dos meus projetos são para a área da saúde, porque ela é mal distribuída. Não adianta concentrar tudo isso nos grandes centros, porque eles vão continuar tendo um maior atendimento e os municípios do interior vão acabar tendo cada vez mais uma diminuição de população. Porque se não existe uma faculdade próxima, não há um emprego próximo, não tem um atendimento de saúde próximo, não tem porque morar ali”, afirma.
A bandeira da saúde pública é antiga, desde que foi prefeito de Sinop em 2000. Ele reconhece que a população mato-grossense sofre com a falta de acesso local aos serviços públicos, visto que os os complexos de saúde mais completos estão concentrados na capital.
No intuito de universalizar as oportunidades, Nilson Leitão foi o responsável por abrir o Pronto-Socorro de Sinop e o Banco de Sangue, por implementar unidades locais de Programas de Saúde de Família, além do centro de hemodiálise e de tratamento de câncer. Trouxe, também, um campus da UFMT para o Nortão, que conta com o curso de Medicina e Enfermagem.
“Quando era prefeito, trouxe para Sinop respiradores que hoje são usados no tratamento de pacientes com COVID-19. Levei máquina de hemodiálise para Sinop para que os pacientes não precisassem vir a Cuiabá, a 500 km de distância. Na hemodiálise, ou é a máquina ou é o cemitério, você não tem terceira opção. Não é possível ter um atendimento desses longe. É desumano e é uma covardia. Esse tipo de luta eu pretendo continuar, para aprovar projetos como esses”, diz.

 

 

 

Fonte: Assessoria


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