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Patrimônio de candidatos ao Senado variam de R$ 487 milhões a R$ 60 mil; confira


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Esta postagem foi publicada em 14 de abril de 2020 Destaque 1, Notícias.

O vice-governador Otaviano Pivetta é o mais rico dentre os 12 postulantes, já o petista Valdir Barranco é o último da lista.

O atual vice-governador Otaviano Pivetta (PDT) é o candidato mais rico entre os 12 postulantes a vaga deixada pela juíza aposentada Selma Arruda, cassada no ano passado, que registraram candidatura no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

O pedetista afirma possuir R$ 264,6 milhões em bens, dentre ações, investimentos e outros bens materiais. Apesar do valor ainda ser considerado alto, o seu patrimônio apresentou uma queda em relação ao ano de 2018, quando disputou a eleição como vice-governador na chapa com Mauro Mendes (DEM).

Naquela ocasião, Pivetta declarou mais de R$ 380 milhões em bens à Justiça Eleitoral, e chegou a ser intitulado como um dos políticos mais ricos do país.

O deputado estadual Valdir Barranco (PT), que também está de olho na vaga deixada por Selma, também apresentou queda em seu patrimônio e é o candidato mais “pobre” dentre todos que registraram candidaturas.

Em declaração apresentada ao TRE, o parlamentar garante possuir apenas R$ 61,2 mil em bens. O montante é R$ 487,8 mil inferior ao declarado no ano de 2018, quando disputou a eleição para deputado estadual. Na oportunidade, Barranco declarou um patrimônio de aproximadamente R$ 550 mil, com imóveis, automóveis e investimentos.

Além de Pivetta, também fazem parte do quadro de milionários o empresário Reinaldo Moraes (PSC), o ex-governador Julio Campos (DEM) e a Coronel Rubia Fernanda (Patriota).

Popularmente conhecido como “Rei do Porco”, o social cristão declarou um patrimônio de R$ 158,1 milhões. Já o cacique democrata, Júlio Campos, por sua vez, declarou R$ 1,3 milhão em bens, sendo a maior parte deles aplicações. 

Já a coronel, candidata do presidente Jair Bolsonaro, apresentou uma declaração de bens na ordem de R$ 1,6 milhão, sendo o seu patrimônio uma casa do Alphaville no valor de R$ 1,5 milhão.

Também registraram as candidaturas junto a Justiça Eleitoral de Mato Grosso o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD), que declarou possuir R$ 946,1 mil em bens; o ex-deputado federal Nilson Leitão (PSDB), que afirma possuir um patrimônio de R$ 872,7 mil; a ex-superintendente do Procon Estadual Gisela Simone (PROS), com um patrimônio de R$ 370,1 mil; o deputado estadual Elizeu Nascimento (DC), que apresentou declaração de bens na ordem de R$ 297,6 mil; Procurador Mauro que possui R$ 221 mil de bens declarados; e Feliciano Azuga (Novo), que declarou R$ 187,8 mil de patrimônio.

Vale destacar que estes números são os de bens declarados pelos candidatos à receita federal. 

Com a suspensão da eleição suplementar em decorrência do Coronavírus, a tendência é que ela ocorra em conjunto com o pleito municipal marcado para outubro deste ano.

Apesar de a eleição suplementar ao Senado Federal ter sido suspensa pela Justiça Eleitoral por conta do novo Coronavírus (Covid-19), todos os postulantes à vaga deixada pela juíza aposentada Selma Arruda, cassada no dial do ano passado, registraram suas candidaturas junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

 

 

Fonte: Leia Agora


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