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Polícia faz apreensões na casa do pai e sogro da garota que matou colega a tiro


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Esta postagem foi publicada em 17 de julho de 2020 Destaque Slide Topo, Notícias.

Policia Civil cumpre neste momento mandados de busca e apreensão na casa do empresário Marcelo Martins Cestari, de 46 anos, no condomínio de luxo Alphaville I, no bairro Jardim Itália, em Cuiabá. Ele é pai da adolescente de 14 anos que matou a colega, Isabeli Guimarães Ramos, da mesma idade, com um tiro supostamente, acidental,  na cabeça, no último domingo (12).

Também é alvo da ação policial o sogro da garota, identificado como Glaucio Fernando Mesquita Correa da Costa, que tem um filho de 16 anos.  Em depoimento, a garota disse que a arma da ocorrência é  a do namorado dela, esse rapaz de 16 anos, e que ele a deixou na casa dela por temer blitz.

Tanto Marcelo quanto Glaucio são praticantes de tiro esportivo.

Os policiais chegaram à casa de Marcelo por volta das 6h desta desta sexta (17). Mais informações em instantes.

operação alphaville

O crime

O crime ocorreu na parte superior da casa, localizada na rua dos Tinguins. Segundo a adolescente que disparou, o pai é atirador esportivo e possui uma “gama de armas de fogo”. Os policiais do 3º Batalhão foram acionados, por volta das 22h34, para atender uma ocorrência registrada como homicídio. No local a vítima estava no banheiro já sem vida.

Na casa foram encontradas sete armas de fogo, sendo uma em nome do pai da adolescente que atirou, quatro em processo de documentação junto ao Exército Brasileiro e mais duas em nome de uma terceira pessoa.

Diante da situação os militares acionaram o Samu, a DHPP e a Politec. Quando o Samu chegou a casa para verificar a situação de disparo acidental de arma de fogo, somente pode constatar a morte de Isabeli.

Consta no BO que, após a confirmação do crime, a parte superior da casa foi preservada e ninguém mais teve acesso ao local. Consta no boletim de ocorrência registrado pelo médico do Samu, que, em relatos, a adolescente que disparou frisou que atirou acidentalmente. No local, além dos pais da jovem, de testemunhas estavam uma mulher de 44 anos e um outro adolescente, da mesma idade das meninas, com o mesmo sobrenome da suspeita. O caso é investigado pela Polícia Civil.

Fonte RD News

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