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Policiais comercializam R$ 2 milhões em drogas e extorquem traficante em R$ 100 mil; estagiária “disfarçava” de agente em MT


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Esta postagem foi publicada em 4 de maio de 2021 Destaque Slide Topo, Notícias.

Uma estagiária que atua na Polícia Judiciária Civil (PJC) de Mato Grosso teria utilizado uniforme policial para “extorquir” pessoas investigadas pelo órgão. Ela é um dos alvos da operação “Renegados”, deflagrada na manhã desta terça-feira (4), pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e pela Corregedoria da Polícia Civil. 

Além da “estagiária policial”, as investigações apontam ainda que policiais civis e militares de Mato Grosso, também alvos da operação “Renegados”, teriam utilizados informantes criminosos como “fonte” de extorsão. Os “dedo-duros” relatavam crimes aos agentes de segurança pública, que por sua vez extorquiam estes suspeitos.

Segundo uma reportagem do MT TV 1ª Edição (TV Centro América), a Delegacia do Coxipó, em Cuiabá, era uma espécie de “QG” da organização criminosa composta por policiais civis e militares. Os policiais utilizavam a estrutura da delegacia para facilitar e encobrir as ações da organização criminosa.

Além disso, pelo menos dois policiais presos, já seriam bastante “conhecidos” das forças de segurança e estariam envolvidos em outros crimes. Um deles é acusado de participar de um sequestro de um “estelionatário” – cujo pagamento de R$ 100 mil foi exigido para o seu “resgate”.

 

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O outro teria sido flagrado durante uma apreensão de drogas estimada em R$ 2 milhões, ocorrida ano de 2020. Os suspeitos foram levados à sede do Gaeco, anexo a Procuradoria-Geral de Justiça de Mato Grosso, em Cuiabá.  

OPERAÇÃO RENEGADOS  

O Ministério Público, por meio do Gaeco, em investigação conjunta com a Polícia Civil, deflagrou a operação “Renegados”, cumprindo 44 mandados – metade deles de prisão.

Os elementos informativos e provas colhidos, demonstraram que a organização criminosa era comandada por policial da ativa, o qual se utilizava  de técnicas de investigação com o uso de equipamentos da Polícia Judiciária Civil, além da facilidade de ser chefe de operação de uma Delegacia da capital, para facilitar e encobrir as ações criminosas do grupo. Ações essas que envolvem a prática de crimes graves como concussão, corrupção, peculato, roubo e tráfico.

No cumprimento das medidas judiciais, participaram o Ministério Público, através do Gaeco e sua equipe; a Polícia Judiciária Civil, por meio da Corregedoria-Geral, e com aproximadamente 20 delegados e equipes das Diretorias de Atividades Especiais e Metropolitana; além do apoio da Polícia Militar e do Ciopaer.

LISTA DE PRESOS

Dhiego de Matos Ribas (policial civil)

Edilson Antônio da Silva (policial civil)

Natalia Regina Assis da Silva (namorada de Edilson)

Alan Cantuário Rodrigues (policial civil

Júlio César de Proença (policial civil)

Paulo da Silva Brito (policial civil)

Rogério da Costa Ribeiro (policial civil)

André Luis Haack Kley (policial civil)

Frederico Eduardo de Oliveira Gruszczynski (policial civil)

Evanir Silva Costa (ex-policial civil)

Raimundo Gonçalves de Queiroz (ex-policial civil)

Domingos Savio Alberto de Sant’ana (ex-servidor público)

Reinaldo do Nascimento Lima (incerto)

Manoel José de Campos (policial militar)

Kelle de Arruda Santos (incerto)

Jovanildo Augusto da Silva (criminoso)

Genivaldo de Souza Machado (já foi preso)

Neliton João da Silva (incerto)

Adilson de Jesus Pinto (policial militar)

João Martins de Castro (incerto)

Delisflasio Cardoso Bezerra Silva (já foi preso por se passar por policial civil)

Sandro Victor Teixeira Silva (policial civil)

 

 

 

Fonte: Folha Max 


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