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Presos armam acerto de contas contra Playboy que torturou mecânico por causa de dívida


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Esta postagem foi publicada em 11 de dezembro de 2020 Notícias, Política.

Áudios que circulam pelas redes sociais e grupos de WhatsApp, com ameaças contra Gustavo Henrique Albues, 20, e Jonny Marlon Camargo de Souza, 22, acusados de torturarem um mecânico em Tangará da Serra (251 km da Capital), são creditados a presidiários do município.

 

O caso tomou grande repercussão e apelo social após as imagens do crime serem divulgadas na internet, no último sábado (05), onde Gustavo aparece agredindo e humilhando o mecânico e Jonny filmando a ação do ‘amigo’.

De acordo com os áudios, o grupo se organiza para ‘vingar’ a covardia que os dois fizeram contra o mecânico.

“…Eu quero afundar seu crânio de tanto que vou dar na sua cara”, diz um. Na Sequência, supostamente, em resposta a essa fala, outro começa: “Júnior, ontem nos íamos pegar ele de pau, não tem? A gurizada já se organizou para esse de azul (Gustavo) tomar um pau daquele modelão mesmo, tá ligado”.

“O Gustavo, olha aqui mano, nós vamos ver direitinho uma forma de nos encontrar, eu, você, uns manos do grupo, o Jonny e o mano da oficina para nós conversamos, todos juntos, tá ligado? Para esclarecer essas ideias aí. Espero que o mano não suma, tá ligado? Se você sumir vamos achar você, então é melhor esclarecer essas ideias antes do que depois, porque senão você pode ganhar até um ‘decreto’, tá ligado?” comenta outro.

Não há informação oficial de que esses áudios sejam realmente de presidiários, mas, a polícia não descarta a possibilidade, já que diversas ameaças surgiram após a publicação do vídeo.

Entenda o caso 

 

O acusado de espancar e quebrar uma garrafa de cerveja na cabeça de um homem dentro de uma oficina em Tangará da Serra (235 km de Cuiabá), Gustavo Henrique Albues tentou justificar as agressões afirmando que a vítima lhe devia R$ 2 mil.

O vídeo da agressão circulou as redes sociais e causou revolta na população mato-grossense. Após a repercussão, Gustavo gravou um vídeo para explicar o que aconteceu.

“Nada justifica ter feito o que fiz, ainda mais ter gravado. Ele (a vítima) não reagiu, mas não foi porque tinha pessoas armadas, nem nada. Ele pode comprovar isso. Não tinha ninguém armado, não tinha um monte de gente, foi apenas eu e ele”, disse.

Fonte: Repórter MT

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