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Procon alerta para falsas cobranças que pedem a informação de dados


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Esta postagem foi publicada em 22 de julho de 2020 Notícias, Política.

O período pandêmico tem proporcionado muitas armadilhas ao consumidor. Desde o fato de ter que ir às compras e voltar para casa contaminado pelo novo Coronavírus, ao fato de receber mercadorias contaminadas, também pelo virus, ou ao fato de optar pela compra online e cair em golpes.

A orientação mais comum para os cidadão é sair de casa, apenas em casos de extrema necessidade. O grande tempo de confinamento [isolamento domiciliar] e a ociosidade que isso gera tem levado muitas pessoas a passar um bom tempo na frente dos televisores, mas, principalmente, navegando na internet. Ao entrar em sites não seguros e informar seus dados pessoais, o que tem sido cada dia mais comum, pode torná-lo a próxima vitima de um golpe cibernético.

Os registros mais recentes que o Órgão de Defesa do Consumidor aponta, são para golpes relacionados a bancos e à provedores de internet. “Recebemos reclamação de pessoas que estão sendo assediados através de mensagens com pedido de atualização de cadastros de bancos que elas não possuem contas. O mesmo caso com provedores de internet. Desconfiem! Não informe seus dados! Não caia nesse golpe!, impera a diretora, Juliana Torres Baptista lembrando que essas informações, quando passadas para quem não devem, podem ser utilizadas para compras, empréstimos bancários e vários outros fins que, mais tarde, são de difíceis reversão.

Em caso de lojas de comércios, a diretora orienta, sempre, a checar a promoção antes de efetuar a compra. “É importante que o consumidor entre em contato com a loja física, seja por telefone, WhatsApp, enfim, verifique se aquela oferta anunciada é verdadeira. Descontos muito altos e atrativos fora de períodos como Black Friday, por exemplo, são suspeitos”.

A diretora ressalta que não é contra a compra online. Ela alega que existem excelentes oportunidade de ofertas e produtos, no entanto salienta que devemos, sempre, dar prioridade ao comércio local. “Sou a favor da economia, mas também sou super a favor de fomentarmos a economia e o comércio priorizando as compras locais. Aqui temos maior poder de barganha e pontos de apoio para reclamação em caso de vícios de consumo, por exemplo”.

Já em relação aos novos golpes que surgem, ela orienta para o máximo de cautela possível em não passar os dados pessoais por telefone ou aplicativo de mensagem e conversa. Quando se tratar de instituições ou empresas que não possuem vínculos, desconsiderem; quando se tratar de promoções milagrosas, desconfiem! “É importante, também, que denunciem esses golpes, que faça um boletim de ocorrência para que as autoridades competentes tomem conhecimento e possam agir, inda que de forma sigilosa e investigativa, para frear isso”.

 

 

 

 

Da assessoria


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