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Promotora investiga sete fazendas de MT suspeitas de praticar desmatamento e fraudes


fazendas
Esta postagem foi publicada em 6 de abril de 2020 Destaque Slide Topo, Notícias.

A promotora Ana Luiza Avila Peterlini de Souza, da 15ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa do Meio Ambiente Natural da Capital, instaurou sete inquéritos civis para investigar sete fazendas onde há suspeita de crime ambiental. Em quatro delas há suspeita de fraude no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e em três há suspeita de desmatamento ilegal na região do Pantanal.

Todas as portarias foram assinadas no último dia 2 de abril. Com relação às fraudes no CAR a promotora relatou que recebeu informações da Delegacia de Meio Ambiente (Dema) sobre quatro propriedades rurais onde houve possível fraude em relatório de tipologia vegetal.

As propriedades investigadas são: Fazenda Primavera, no município de Nova Ubiratã;  Fazenda Santa Inês, no município de Paranatinga; Fazenda Formosa I, no município de Paranatinga, com área de 2.033,2818 hectares; e Fazenda Formosa I, em Paranatinga, com área de 2.299,3273 hectares. Os proprietários das duas áreas da Fazenda Formosa I são pessoas distintas, mas da mesma família.

A promotora explicou que que eventual fraude na classificação da tipologia florestal da propriedade registrada no CAR pode implicar em redução significativa da área de reserva legal (ARL), já que a ARL da tipologia floresta é de 80% e de cerrado é de 35% no estado de Mato Grosso.

Desmatamento ilegal

Em três propriedades investigadas o crime seria de desmatamento ilegal, conforme relatório da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). Na Fazenda Esperança, no município de Santo Antônio do Leverger, teria ocorrido desmatamento ilegal de 2.477,8361 hectares de vegetação nativa. Na  Fazenda Santa Edwiges, também Santo Antônio do Leverger, teria ocorrido desmatamento ilegal de 1284,0561 hectares de vegetação nativa. Já na Fazenda Comando Diesel, no município de Barão do Melgaço, teria ocorrido desmatamento ilegal de 3.874,37 hectares de vegetação nativa.

De acordo com o Ministério Público,  as fazendas estão localizadas dentro da Planície Alagável do Alto Paraguai (BAP), área de conservação permanente, objeto de especial proteção (Pantanal). Segundo a promotora os fatos descritos evidenciam a prática de danos ambientais e a necessidade de responsabilização e reparação cível.

 

 

 

Fonte: Olhar Direto


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