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Reforma da Previdência: Servidor não pode ser privilegiado, diz governador


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Esta postagem foi publicada em 22 de julho de 2020 Destaque Slide Topo, Notícias.

O governador Mauro Mendes (DEM) voltou a defender nesta quarta-feira (22) as mudanças na Previdência dos servidores estaduais. O projeto que altera as regras para a aposentadoria no funcionalismo público tramita na Assembleia Legislativa e precisa ser aprovado até 31 de julho. Segundo Mendes, não é justo o cidadão pagar o “privilégio” dos servidores de se aposentarem aos 45 anos.

Em entrevista à rádio Capital, o governador voltou o sistema de Previdência dos servidores do Executivo. “Hoje quem trabalha na iniciativa privada e no serviço público federal, 95% dos mato-grossenses, tem uma regra, homem se aposenta com 65 anos e mulher com 62 anos. Por que o servidor pode se aposentar com 45?”.

Mendes defendeu o aumento do tempo de contribuição para acertar as contas do MT Prev. “Se não equilibra as contas da Previdência, lá na frente vai dar problema para o próprio servidor. Se não vai ter muito agora e depois vai atrasar o salário. O que estou fazendo, no fundo é bom para as pessoas”.

Outro ponto abordado pelo governador na entrevista foi o teto da aposentadoria, ou seja, um limite no valor pago aos aposentados. “O trabalhador no mercado privado pode ganhar R$ 15 mil, quando aposenta vai ganhar, na melhor das hipóteses, R$ 5,8 mil. Na administração pública não. Um monte de gente aposentou com mais de R$ 30 mil aos 45 anos de idade. Isso não é justo”.

Segundo o gestor, os dados da Previdência mostram que a maior parte dos servidores se aposenta antes dos 55 anos, idade que acaba aumentando o deficit, conta que é paga por toda a sociedade. “Tenho muito respeito pelo servidor, mas fui eleito para cuidar da maioria. Não reclamem se daqui a pouco, se não aprovarem [a reforma da Previdência], vai ter aumento de imposto. Todo o custo da Previdência de Mato Grosso vem do imposto que as pessoas pagam”.

 

 

 

 

 

Fonte: Folha Max


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