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Secretário aponta incoerência em derrubada de veto: estamos tratando o cidadão com a mesma profissão de forma diferente


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Esta postagem foi publicada em 2 de julho de 2021 Destaque Slide Topo, Notícias.

O chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, afirmou que os deputados estaduais agiram com “incoerência” por manterem emenda feita ao projeto de lei 21/2021, que condiciona o retorno às aulas presenciais à imunização de todos os profissionais da educação.

Apesar do veto ao trecho da matéria ter sido derrubado nesta quarta-feira (1º), o secretário acredita que será possível iniciar as aulas na rede estadual de ensino no sistema híbrido no dia 1º de agosto.

“Acredito que nesse mês de julho toda a rede estará vacinada. É uma incoerência muito grande você permitir a rede municipal e particular de ensino voltar às aulas e apenas a rede estadual ter esse compromisso. Estamos tratando o cidadão com a mesma profissão de forma diferente. Isso é democracia?”, questionou.

Por acreditar que os profissionais estarão vacinados até agosto que o governo decidiu não tentar derrubar a regra criada pelos deputados na Justiça. Sobre a questão, o governador Mauro Mendes (DEM) também criticou os parlamentares e questionou qual a diferença entre os professores e demais trabalhadores da sociedade, que, apesar da pandemia e falta da vacina, estão trabalhando de forma presencial.

A liberação para a vacinação dos professores e demais profissionais das unidades de ensino só aconteceu em maio, quando A Comissão Intergestores Bipartite de Mato Grosso (CIB-MT) atendeu ao pedido do governo  e decidiu que a vacinação contra a Covid-19 da categoria começaria após o término da imunização dos profissionais da Segurança Pública. Com isso, 10% do quantitativo que chega para a primeira dose é destinado aos trabalhadores da Educação.

 

 

Fonte: Olhar Direto


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