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Sem efetivar compra de vacinas, secretário é convocado pela CPI da Covid


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Esta postagem foi publicada em 25 de agosto de 2021 Destaque Slide Topo, Notícias.

O secretário chefe da Casa Civil Mauro Carvalho foi convocado a prestar esclarecimentos na CPI da Covid. O “convite”, assinado pelo relator senador Renan Calheiros, é motivado pela existência de troca de e-mails entre Carvalho e representantes da empresa Davati Medical Supply, além da menção de Mato Grosso em troca de mensagens entre supostos “lobistas”. O governo de Mato Grosso, entretanto, não fechou nenhum acordo de compra com chamados “atravessadores” de vacinas. Carvalho diz que vai se manifestar no decorrer do dia.

Apesar disso, Carvalho foi chamado para detalhar como se deu a abordagem e negociação, que não chegou a ser concluída. O nome do Estado veio à tona após a apreensão do celular de Luiz Paulo Dominguetti, durante seu depoimento na CPI da Covid.

À época foi descoberto que representantes da empresa Davati Medical Supply teriam tentado negociar com vários Estados, entre eles Mato Grosso, uma comissão de 25 centavos de dólar por dose da vacina AstraZeneca contra a Covid-19.

“Com efeito, pela troca de mensagens, sobretudo por e-mails, os quais não podem neste expediente ter seu conteúdo revelado por força de sigilo obrigatório, houve claro interesse da empresa Davati, do intermediário Domingueti e do convocado qualificado, para facilitar a aquisição da vacina Covaxin pelo Governo do Mato Grosso”, diz trecho da convocação feita pela CPI.

Em uma das sequências de troca de e-mails, um representante da empresa também propôs a aquisição da Johnson & Johnson pelo valor de U$ 14 cada dose. Segundo e-mails, o interlocutor se apresentou como Helder Mello.

À época, Mauro Carvalho, ao responder o contato, solicitou uma carta de representação da Davati com a Johnson. Como documento não foi apresentado, o Estado disse, à época que os e-mails vieram à tona, que não seguiu nenhuma tratativa com a empresa.

 

 

 

Fonte: RD News


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