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Senador defende que atuais membros do DEM comandem sigla em MT


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Esta postagem foi publicada em 21 de setembro de 2021 Destaque Slide Topo, Notícias.

O senador Jayme Campos (DEM-MT) mandou um “recado” aos políticos que são filiados ao Partido Social Liberal (PSL). O parlamentar já adiantou que os “insatisfeitos” devem “mudar”, caso a união das agremiações seja levada a cabo.

Jayme Campos esteve em Cuiabá na manhã desta segunda-feira (20), no lançamento da ferrovia estadual em Mato Grosso, e conversou com jornalistas que cobriam o evento. Ele comentou sobre a possibilidade de fusão do Democratas (DEM), partido do qual é um quadro histórico, e do PSL.

O representante de Mato Grosso na “Câmara Alta”, como também é conhecido o Senado, se mostrou favorável à possibilidade. “Eu praticamente já estou 

definido, se for para o bem do partido. Temos com certeza um projeto para o Brasil, o senador Jayme Campos concorda”, comentou Campos.

Na sequência, o parlamentar foi questionado sobre políticos do PSL considerados “extremistas”. A agremiação ganhou destaque em 2018 como base de apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que lançou o então candidato na disputa. O tempo, e os bastidores políticos, no entanto, fizeram com que houvesse um “afastamento” entre Bolsonaro e sua antiga base aliada.

Neste sentido, Jayme Campos indagou se os políticos filiados ao PSL, “são tão extremistas assim”, mas aproveitou para dar um recado a eventuais “insatisfeitos”. “Não sei se é tanto [extremista] assim, acho que é aquela velha história: quem não tiver satisfeito que mude. Mas imagino que com um bom diálogo, uma boa conversa, todos eles tem a ganhar. Será o maior partido do Brasil”, avisou o senador.

Jayme Campos revelou que uma reunião deve ocorrer em Brasília (DF) na próxima terça-feira (21), com a cúpula do DEM, para discutir a questão.

COMANDO DO DEM

Durante a conversa com jornalistas na manhã desta segunda-feira, o senador também foi questionado sobre a qual grupo pertenceria o “comando” das novas lideranças se de fato ocorrer a fusão entre DEM e PSL. Jayme Campos respondeu que o DEM, hoje, é a “casa” do governador de Mato Grosso, de deputados estaduais, e dele próprio, que ocupa o cargo de senador. Para ele, seria “justo” que os políticos deste grupo respondessem pela agremiação.

“Temos dois deputados estaduais, temos um governador e um senador. Acho que não seria nada mais do que justo o comando do partido ficar na mão do Democratas”.

No âmbito estadual, o processo de fusão do DEM e do PSL resultaria na maior bancada da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), com 6 deputados estaduais. No Congresso, seriam 81 deputados federais, 7 senadores e um fundo partidário de R$ 478 milhões. O Palácio do Planalto, porém, vê como uma “ameaça” a junção de ambos os partidos. Questionado se o novo grupo seria de “oposição” ao presidente Jair Bolsonaro, o senador Jayme Campos “acredita” que o tema deverá ser definido na reunião da próxima terça-feira.

Já o presidente do diretório estadual do Democratas, Fábio Garcia, declarou que é favorável a redução da quantidade de partidos no país. Entretanto, assinalou que a fusão deve ser analisada e, caso seja aprovada, deve mudar alguns planejamentos da sigla. “Nesta terça deve ser realizada uma reunião da executiva nacional, onde oficialmente o Democratas começa a analisar essa possível fusão. Nos resta aguardar para ver como vai caminhar essa reunião para que possa saber se vai existir ou não a formação de um novo partido. Porque se for existir vamos ter que sentar com o grupo do PSL e replanejar tudo. Se não for existir vamos continuar com o nosso planejamento. Sou muito favorável ao movimento de redução de número de partidos no Brasil”, disse Garcia.

Fonte: Folha Max


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