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Sintep diz que PL de Elizeu coloca a vida de educadores em risco


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Esta postagem foi publicada em 6 de abril de 2021 Destaque Slide Topo, Notícias.

O Sindicado dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep), criticou nesta segunda-feira (5), a aprovação do Projeto de Lei nº 21/2021, de autoria do deputado Elizeu Nascimento (PSL), que coloca as atividades educacionais, escolares e afins como essenciais para o Estado de Mato Grosso.

A PL foi aprovada em primeira votação e deverá ser encaminhada ao governador Mauro Mendes (DEM). Nas redes sociais, o sindicato alertou sobre os prejuízos que virão junto da proposta caso seja sancionada.

“Na prática, o Projeto, se aprovado em segunda votação e sancionado pelo governador, vai servir como instrumento para forçar o retorno presencial das aulas sem que as unidades de ensino estejam preparadas para receber profissionais da educação e estudantes com segurança”, aparece.

De acordo com o presidente do Sintep, Valdeir Pereira, o projeto precisa de uma maior análise para não prejudicar os servidores da categoria.

Ele ainda avalia que o deputado bolsonarista, atende apenas à pressão de alguns segmentos do sistema privado de Ensino, sem colocar como prioridade a vida das pessoas. “Nós, educadores, somos os primeiros a querer retornar para a sala de aula, no entanto, não podemos fazer isso num momento em que os casos de Covid e de mortes decorrentes dessa contaminação estão subindo exponencialmente. Todos os dias enterramos colegas que foram vitimados por essa doença. Obrigar esse retorno presencial das aulas, é o mesmo que colocar esses profissionais numa câmara de gás”, disse Valdeir.

A defesa do Sindicato dos Profissionais no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), é para que o retorno presencial se de somente após a vacinação em massa da população.

“Não tem como o governo garantir que os casos de contaminação não irão explodir com um possível retorno presencial. A verdade é que em muitas unidades escolares, os banheiros estão em péssimas condições, as pias quebradas e a estrutura das salas não é ventilada. Não dá para confinar estudantes numa sala e não ligar o ar condicionado no calor que faz em nossa região. Sendo assim, o risco de contaminação é altíssimo. O sistema de saúde já está colapsado em Mato Grosso, tanto na rede pública quanto na privada, desta forma, aprovar esse projeto é dar uma sentença de morte a pessoas que não terão nem mesmo a chance de serem atendidas”, alertou Valdeir.

 

 

Fonte: Muvuca Popular 


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