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Sorriso: PJC investiga dois casos de abusos sexuais contra crianças de 02 e 12 anos


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Esta postagem foi publicada em 8 de maio de 2019 Destaque 1, Notícias.

A Polícia Judiciária Civil de Sorriso está investigando duas denúncias de supostos abusos sexuais contra uma garota de 12 anos e uma bebê de apenas 02 aninhos.

O caso da adolescente chegou até a polícia através do Conselho Tutelar que foi acionado pela escola onde a menor estuda. Segundo o Boletim de ocorrência, a garota foi flagrada se mutilando com uma gilete.

Ao ser indagada, ela disse aos coordenadores que o motivo da autoflagelação é um suposto estupro que teria sofrido há quatro anos, quando ainda tinha apenas 08 anos de idade. Na época ela morava com o pai no município de Nobres. O autor da agressão seria ex-sogro do pai da garota.

Após receber a denúncia, o Núcleo de Atendimento à Mulher solicitou o exame de corpo de delito e passou a fazer as oitivas da vítima e possíveis testemunhas. Depois disso, o caso será encaminhado para Nobres onde o crime teria ocorrido.

Criança de 02 anos

Outro suposto caso de estupro de uma garotinha de apenas 02 anos de idade também é investigado pelo Núcleo de Atendimento à Mulher da PJC de Sorriso.

Segundo o delegado Nilson Farias, a mãe procurou a delegacia para denunciar que o próprio pai teria abusado da criança.

A mãe narra em seu depoimento que a filha estava na casa do pai biológico onde acontecia uma festa regada a bebidas. O pai teria negligenciado o cuidado com a criança que, de acordo com a mãe, estava suja, descalça e com fome.

No dia seguinte, a mãe conta que foi surpreendida com uma reclamação da filha na hora de urinar. Ao verificar as partes íntimas da menina a mãe observou uma vermelhidão na região e procurou a polícia após a garotinha dizer que o próprio pai a havia tocado.

Segundo o delegado, um exame preliminar não apontou rompimento do hímen, o que dificulta a caracterização rápida do crime. “Por isso mesmo nós iremos precisar do apoio das psicólogas do judiciário”.

O caso será encaminhado ao Ministério Público.

 

 

Fonte: Larissa Gribler / Portal Sorriso


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