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Um dia após assumir Santa Casa de Cuiabá, governo faz vistoria para checar condições da unidade


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Esta postagem foi publicada em 4 de maio de 2019 Notícias, Política.

Uma equipe da Secretaria Estadual de Saúde visitou as instalações da Santa Casa de Cuiabá, nesta sexta-feira (3). O governo anunciou, na quinta-feira (4), que assumiria a administração da unidade que fechou as portas há 50 dias, em razão de uma grave crise financeira.

O objetivo da vistoria é observar as condições do local e o levantar o que será necessário fazer para que o hospital volte a funcionar.

A equipe apontou vários problemas de infraestrutura como mofos, infiltrações e más condições de higiene. De acordo com o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, todos estes problemas devem ser reparados até que a unidade seja reaberta.

Segundo a secretária adjunta de gestão hospitalar, Deisi Bocalon, mofos e infiltrações podem ocasionar infecções e risco de contaminações aos pacientes, por isso, precisam ser revistas.

Com relação aos equipamentos, tanto do centro cirúrgico, quanto das salas de exames, serão aferidos para se ter certeza de que estão em condições de funcionamento.

A Polícia Civil abriu um inquérito para saber se algum aparelho foi retirado da unidade.

Depois de reaberto sob gestão do estado, a Santa Casa só vai fazer procedimentos de alta complexidade. A previsão é que demore, pelo menos, 30 dias para que a unidade seja reaberta.

O governo vai priorizar a liberação de 30 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulta, infantil e neonatal.

Com relação aos funcionários, o estado vai ter que formar uma nova equipe médica. De acordo com o secretário de saúde, muitos profissionais que já atuavam no hospital podem ser recontratados. Entretanto, não garante que serão todos.

“Tudo será feito de acordo com a necessidade do estado”, concluiu ele.

O secretário explicou ainda que a requisição administrativa foi o mecanismo jurídico mais adequado nesse caso. Por isso, o estado tomou a decisão de ocupar a unidade para uso das instalações.

No entanto, o hospital continua pertencendo aos antigos gestores que podem, inclusive, recorrer desta ação e retomar a gestão do local.

Fonte: G1 MT


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